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Chamava água benta ao veneno que injetava no soro do filho de sete anos

Polícia Judiciária montou operação de vigilância na unidade hospitalar em tempo recorde. O veneno quase matou a criança.

Uma bombeira de 27 anos foi apanhada pelos inspetores daPolícia Judiciária(PJ) a injetar um líquido venenoso no soro que estava a ser administrado ao filho de sete anos, no Hospital D. Estefânia, em Lisboa. Quando confrontada, Patrícia R. disse que era água benta, para curar o filho doente. O veneno quase matou a criança.

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