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Bastidores: A arte de estar do lado bom da força

Rui Hortelão
Rui Hortelão 16 de dezembro de 2015 às 16:52

Pedro Arroja chamou “esganiçadas” às líderes do Bloco de Esquerda. Chamam-lhe “talibã do liberalismo” e “Donald Trump português” pelos comentários que faz. Não dava uma entrevista desde 2004, mas nesta edição responde a tudo

A morte de três jovens na estação de Águas Santas, na Maia, trouxe para a actualidade o tema dosgraffiti feitos à margem da lei. Para o ajudar a compreender como uma arte que começou marginal, mas hoje está legitimada, ainda continua a motivar situações como a que agora culminou em tragédia, a SÁBADO reúne várias perspectivas sobre o tema. E revela-lhe, em exclusivo, o processo-crime em que esteve envolvido o filho mais novo do ex-primeiro-ministro José Sócrates, Eduardo Fava Pinto de Sousa, por causa de ter sido apanhado a grafitar um comboio em Campolide, Lisboa. O caso, mantido em segredo desde 2013, é idêntico a muitos outros que continuam a ocorrer nas estações ferroviárias nacionais e internacionais. Ao mesmo tempo, jovens que começaram assim estão hoje entre os mais consagrados artistas do mundo: Banksy, por exemplo, ainda em 2010 foi eleito pela revista Timecomo uma das 100 figuras mais influentes do mundo. Para ler nas págs. 44 a 58.

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Estudos recentes demonstram que atividades artísticas – como desenho, pintura, escultura ou colagem – não só promovem a expressão emocional e a catarse, como induzem estados de relaxamento que reduzem os níveis de cortisol.