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Montenegro defende que adesão à UE foi "escolha estratégica" que modernizou o país

Lusa 01 de janeiro de 2026 às 15:00

Primeiro-ministro afirma que Portugal "encontrou um novo sentido para a sua vocação europeia".

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defende que a adesão de Portugal à União Europeia (UE), há 40 anos, foi uma "escolha estratégica" que consolidou a democracia, abriu a economia e modernizou o país.
Portugal aderiu à União Europeia há 40 anos
Também nas redes sociais, o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, celebra esta data como "um dia que significou democracia, desenvolvimento e coesão". Numa mensagem publicada na rede social X, o primeiro-ministro assinala que Portugal se tornou "membro pleno" da então Comunidade Económica Europeia (CEE) há 40 anos. Luís Montenegro afirma que Portugal "encontrou um novo sentido para a sua vocação europeia" e que "essa escolha estratégica permitiu que o país se desenvolvesse, crescesse e convergisse no espaço europeu". "Consolidou também a nossa democracia, abriu a economia, modernizou o país e projetou-nos na Europa e no mundo. Hoje, na UE, continuamos a trabalhar para um Portugal mais próspero e para uma União mais forte e mais coesa. Pelo futuro de Portugal e pelo sucesso da UE", acrescenta o chefe do Governo PSD/CDS-PP. Por sua vez, José Pedro Aguiar-Branco publicou mensagens no Facebook e no Instagram, com uma foto de Mário Soares enquanto primeiro-ministro a assinar o tratado de adesão à CEE, e o seguinte comentário: "Um dia que mudou a nossa História. Um dia que significou democracia, desenvolvimento e coesão." O presidente da Assembleia da República, deputado eleito pelo PSD, refere-se à adesão como "um dia que foi preparado por muitos" e "para o qual o parlamento muito contribuiu". "Um dia em que Portugal se encontrou com a sua identidade europeia e com o seu destino democrático. Há 40 anos, a adesão de Portugal às Comunidades Europeias. Dia de futuro. Dia de todos nós!", escreve Aguiar-Branco. O tratado de adesão de Portugal à então CEE foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares e também pelo vice-primeiro-ministro do Governo PS/PSD, Rui Machete, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, e das Finanças, Ernâni Lopes. Horas depois, realizava-se em Madrid idêntica sessão, para a entrada de Espanha na CEE. Quando o tratado entrou em vigor, em 01 de janeiro de 1986, já estava em funções o Governo do PSD chefiado por Aníbal Cavaco Silva, que iria governar durante dez anos.
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