Documentos e familiares de grávida que morreu no Amadora-Sintra desmentem ministra da Saúde
Umo Cani era acompanhada no Centro de Saúde de Agualva e tinha autorização de residência desde dezembro.
A grávida guineense de 36 anos que morreu na passada sexta-feira no Hospital Amadora-Sintra era seguida pelo Centro de Saúde desde as vinte semanas e já em setembro tinha tido uma consulta no hospital. Esta informação avançada pelo CM, que cita a família de Umo Cani, desmente as declarações inicialmente prestadas pela Unidade Local de Saúde Amadora-Sintra e pela ministra da Saúde, Ana Paula Martins, e pode ser comprovada pelo boletim da grávida.
Ambos tinham referido que a gravidez não teve o acompanhamento necessário e que estaria há pouco tempo em Portugal, outra informação desmentida pela autorização residência que data a dezembro de 2024.