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Trump garante que Ormuz está aberto: "Ontem à noite, escoltámos 24 barcos"

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O Presidente dos Estados Unidos afirmou que "o estreito de Ormuz está aberto". "Temos controlo e temos o bloqueio", garantiu, em declarações na Casa Branca, onde deixou recados sobre outros assuntos internacionais.

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu, esta quinta-feira, em declarações na Casa Branca, que "o estreito de Ormuz está aberto". "Temos controlo e temos o bloqueio", prosseguiu, afirmando que "milhões de barris de petróleo continuam a escoar diariamente" pela via marítima.

President Donald Trump listens to a question from a reporter in the Oval Office of the White House, Thursday, Aug.
President Donald Trump listens to a question from a reporter in the Oval Office of the White House, Thursday, Aug. Manuel Balce Ceneta / AP

Trump afirmou ainda que as forças dos EUA já limparam "totalmente o estreito", com recurso aos "melhores caça-minas subaquáticos do mundo".

Quanto à navegação pela via, o Presidente norte-americano garantiu que os EUA têm escoltado regularmente petroleiros através do estreito de Ormuz. "Ontem à noite, escoltámos 24 barcos. Estamos sempre a fazê-lo", disse, acrescentando que o Irão está impedido de escoar a sua própria carga, sem que, segundo o Presidente, um único navio iraniano tenha conseguido passar. 

As afirmações surgem no mesmo dia em que o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido (UKMTO, na sigla em inglês) reportou um ataque a um petroleiro, com recurso a um "projétil desconhecido", junto a Ormuz.

Nas mesmas declarações aos jornalistas, Trump comentou a situação na Europa de Leste, garantindo não acreditar que a Rússia vá atacar território da NATO. Disse ter tido boas conversas com o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, assegurando que o líder russo "não vai atacar território da NATO".

A declaração surge depois de , John Ratcliffe, na terça-feira, que Trump classificou como pouco fora do habitual.

Segundo o Wall Street Journal, citando fontes conhecedoras, o objetivo da viagem terá sido avisar o Kremlin para não atacar países da NATO, numa altura em que crescem as preocupações com a chamada guerra híbrida russa contra aliados de Kiev, incluindo uma tentativa de assassinato frustrada na Polónia e um incêndio na Estónia atribuído a Moscovo.

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