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“A Rambla chora, mas vive”

Um dia depois do atentado terrorista que matou 13 pessoas em Barcelona, as Ramblas tentam voltar à normalidade

Pessoas nas ruas, que circulam para cima e para baixo. Turistas e locais que enchem as esplanadas. Os quiosques continuam abertos pela madrugada dentro. Vendedores de haxixe e de outras drogas deambulam para cima e para baixo em busca de potenciais clientes. Prostitutas oferecem os seus serviços aos estrangeiros que percorrem a avenida. Os clubes nocturnos têm filas à porta. Aos poucos, as Ramblas recuperam a normalidade - apesar dos pelo menos seis altares improvisados de homenagem às vítimas do atentado terrorista da passada quinta-feira.

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