Um dos militares da Guarda Nacional baleados junto à Casa Branca acabou por morrer
Sarah Beckstrom, de 20 anos, não resistiu aos ferimentos.
Um dos dois elementos da Guarda Nacional atingidos a tiro por um cidadão afegão na última quarta-feira em Washington, junto à Casa Branca, acabou por morrer. A notícia foi dada por Donald Trump.
Durante uma chamada telefónica com as tropas norte-americanas, no âmbito do dia de Ação de Graças celebrado ontem, o presidente dos Estados Unidos contou que Sarah Beckstrom, de 20 anos, morreu, e que Andrew Wolfe, de 24 anos, está "a lutar pela vida".
"Ela acabou de falecer, já não está connosco. Está a olhar por nós agora, os seus pais estão com ela", referiu Trump, acrescentando que a militar era “uma pessoa incrível, excecional em todos os aspetos”.
A Casa Branca informou que o presidente falou com os pais de Sarah Beckstrom.
Trump classificou o sucedido como um "ataque terrorista", referindo-se ao atirador como um "monstro selvagem". E ainda deixou críticas à Administração de Joe Biden por permitir a entrada nos Estados Unidos de afegãos que trabalharam com as forças norte-americanas durante a Guerra do Afeganistão.