A Edição Diária no seu e-mail
De Sábado a Sábado, receba no seu e-mail um resumo das notícias mais relevantes do dia.
Subscreva Já
Ruanda confirma estar a receber deportados dos EUA. São já três os países africanos com acordos com Trump
Os sete deportados enviados para o Ruanda juntam-se aos anteriormente recebidos pelo Sudão do Sul e pelo Essuatíni.
O Ruanda tornou-se o terceiro país africano a receber deportados dos Estados Unidos, numa altura em que o governo de Donald Trump está a expandir o seu programa para deportar imigrantes.
Trump sugere ter um ditador e pune quem queima bandeira dos EUA
O que se sabe sobre os outros acordos dos Estados Unidos com países africanos?
O Uganda, que faz fronteira com o Ruanda, confirmou que estava disponível para aceitar deportados dos Estados Unidos desde que não tenham antecedentes criminais ou sejam menores desacompanhados. No entanto não foram avançados mais detalhes sobre o acordo, nem sobre quais são os benefícios em aceitar os deportados. Para o Sudão do Sul foram já enviados oito homens provenientes do Sudão do Sul, Cuba, México, Mianmar e Vietname em julho. O processo foi atrasado devido a uma ação judicial e os oito homens foram mantidos durante uma semana num contentor de transporte numa base militar norte-americana no país vizinho Djibuti. O governo afirmou que vai garantir a sua “segurança e bem-estar", mas recusou-se a avançar onde é que os migrantes estão detidos e qual será do seu destino. Vale a pena recordar que o Sudão do Sul tem sido assolado por conflitos desde que conquistou a independência do Sudão em 2011 e está novamente à beira de uma guerra civil. Duas semanas depois das deportações para o Sudão do Sul terem sido confirmadas, os Estados Unidos anunciaram que tinham sido enviados cinco homens, cidadãos do Vietname, Jamaica, Cuba, Iémen e Laos, para o Essuatíni. O governo local confirmou o acordo e afirmou que os homens iam ser mantidos em confinamento solitário até ao momento da repatriação e mais tarde referiu que esse processo pode levar até um ano. Essuatíni, que faz fronteira com a África do Sul, é uma das últimas monarquias absolutas do mundo. O rei Mswati III governa desde completou 18 anos em 1986 e as autoridades que estão sob o seu comando são acusadas de reprimir violentamente os movimentos pró-democracia.Artigos Relacionados
Descubra as
Edições do Dia
Edições do Dia
Publicamos para si, em três periodos distintos do dia, o melhor da atualidade nacional e internacional. Os artigos das Edições do Dia estão ordenados cronologicamente aqui ,
para que não perca nada do melhor que a SÁBADO prepara para si. Pode também navegar nas edições anteriores, do dia ou da semana.
Boas leituras!
Boas leituras!
Tópicos
Governo
Acusação
Imigração
Serviço militar
Ruanda
Estados Unidos
Sudão do Sul
Essuatíni
Donald Trump
Organização Internacional para as Migrações
Artigos recomendados
As mais lidas
Oeiras pagou a vereadora €2.300 de motorista em Las Vegas
26 de agosto de 2025 às 23:00Marco Alves
Câmara do Barreiro (PS) contratou vários boys do partido
26 de agosto de 2025 às 23:00Marco Alves
A vida dentro do resort mais secreto do País
26 de agosto de 2025 às 23:00Ana Taborda
D. Manuel I. Os amores do rei que não teve amantes
19 de agosto de 2025 às 23:00Vanda Marques
Cursos sem candidatos no ensino superior: "Condições de acesso foram substancialmente agravadas"
26 de agosto de 2025 às 07:00Débora Calheiros Lourenço