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Número de mortos em incêndio num bar em Banguecoque aumenta para 30: há dezenas de pessoas hospitalizadas

Débora Calheiros Lourenço 14 de julho de 2026 às 09:53

Mais de 70 pessoas ficaram feridas e 24 estão ainda em estado crítico.

O número de mortos no incêndio num bar em Banguecoque, Tailândia, subiu para 30, confirmaram as autoridades locais esta terça-feira. O fogo que deflagrou no bar Rong Beer Na Ladprao é já o mais mortal dos últimos 17 anos e começou no final da noite de domingo. 

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Incêndio em Banguecoque faz 30 mortos e dezenas de feridos
Foto: AP Photo/Sakchai Lalit
Incêndio em Banguecoque faz 30 mortos e dezenas de feridos
Foto: AP Photo/Sakchai Lalit
Um ténis queimado em degraus vermelhos e pretos em Banguecoque
Foto: AP Photo/Sakchai Lalit
Incêndio em Banguecoque causa 30 mortos e dezenas de feridos
Foto: AP Photo/Sakchai Lalit
Bombeiros investigam local de incêndio em Banguecoque
Foto: AP Photo/Sakchai Lalit

Mais de 70 pessoas ficaram feridas no seguimento do incêndio e 24 pessoas estão em estado crítico, referiu a Administração Metropolitana de Banguecoque. 

O bar afirmou que tem capacidade para até 600 clientes, mas não conseguiu confirmar quantas pessoas se encontravam no local na noite de domingo. Já foi aberta uma investigação para apurar se o estabelecimento seguia as normas de segurança, especialmente porque a maioria das pessoas que morreram foram encontradas em casas de banho sem janelas. 

Esta terça-feira os destroços do bar ainda estavam espalhados pela calçada e antigos clientes visitaram o local para deixar flores e homenagem aos mortos.  

O governador de Banguecoque, Chadchart Sittipunt, afirmou que pediu à administração da cidade que realize um levantamento abrangente dos vários estabelecimentos noturnos da cidade, de modo a avaliar outros riscos. A cidade também vai intensificar a fiscalização das leis existentes para melhorar os padrões de segurança.  

Na segunda-feira, o presidente da Associação de Engenheiros Estruturais da Tailândia, Amorn Pimanmas, disse aos jornalistas que, apesar de o local ainda não ter sido inspecionado, observou alguns fatores de risco que poderiam agravar os perigos de incêndio. Especialmente tendo em conta que o prédio é fechado, tem tetos baixos e a decoração inclui materiais como espuma sem o tratamento necessário.  

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