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"O Diabo Veste Prada 2": para isto, mais vale rever o original

A sequela do êxito que marcou uma geração - e que chega aos cinemas esta noite - parecia desejável. Problema: as personagens pouco evoluíram em 20 anos e o que antes parecia fresco, agora afigura-se gasto.

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Nuno Miguel Guedes 29 de abril de 2026 às 17:00

No mundo do cinema parece imperar uma lei tácita, que tem atravessado tempo e obras: a sequela de um filme de sucesso é normalmente mais fraca do que o original. Existem exceções, claro: lembremo-nos por exemplo, do segundo filme da saga O Padrinho (Francis Ford Coppola, 1974) ou, noutro género e para um público mais direcionado, os dois últimos filmes da trilogia O Senhor Dos Anéis (Peter Jackson). Mas a verdade é que esta é uma regra implacável e a mais recente prova disso mesmo é o desastre a que deram o nome de O Diabo Veste Prada 2, do cineasta David Frankel, que se estreou nas salas de cinema portuguesas a 29 de abril.

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