Entrevista a Cláudia R. Sampaio, a poeta que "sempre foi triste"

A poesia dela vive de metáforas – os dias ajoelham-se e o universo dá coices – e no entanto é bem realista. Como os seus livros esgotaram, Valter Hugo Mãe compilou-os numa antologia, pretexto desta conversa.

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Rita Bertrand 07 de março de 2020
Sérgio Lemos

Foi no manicómio que a encontrámos. Não no hospital psiquiátrico, onde já esteve internada três vezes, acometida de uma profunda e inexplicável tristeza suicida, mas no espaço assim batizado, no Beato, em Lisboa, onde artistas com doença mental trabalham, expõem e vendem o seu trabalho, recusando o estigma de serem "um peso para a sociedade" através da criatividade.

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