Sábado – Pense por si

Jesús Armas: "Fui torturado. Puseram-me um saco na cara para me impedir de respirar"

Desde a universidade que o ativismo se colou à sua pele. Mesmo tendo estado mais de um ano preso, em péssimas condições, a sua vontade de denunciar o que está mal na Venezuela, não esmoreceu - até saiu mais forte.

Desde que saiu da prisão, em março de 2025, parte do seu trabalho consiste em fazer palestras em vários países para dar visibilidade à situação precária dos direitos humanos na Venezuela. Vem pela primeira vez a Portugal integrando o painel das Conferências do Estoril, no dia 28 de outubro, sobre.... À SÁBADO, a partir de Caracas, onde vive, traçou um retrato amargo da vida no seu país. Aos 39 anos, este engenheiro de formação, mas ativista de alma, anseia o regresso de María Corina Machado, Nobel da Paz em 2025, para dar início ao processo de democratização.

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