"Intenções climáticas dos EUA ficam aquém das da União Europeia"

'Intenções climáticas dos EUA ficam aquém das da União Europeia'
Diogo Camilo 23 de abril

Estados Unidos anunciaram o regresso ao Acordo de Paris e prometeram uma redução de 50% das emissões de gases com efeito de estufa até 2030 e o fim das mesmas até 2050. Para Francisco Ferreira, presidente da ZERO, "não é o suficiente para salvar o planeta".

Quase quatro anos depois de Donald Trump ter anunciado a saída dos EUA do Acordo de Paris, Joe Biden voltou atrás com a decisão e estabeleceu novos compromissos: reduzir para metade as emissões de gases com efeito de estufa até ao fim da década e chegar a 2050 com emissões carbónicas neutras.

"É para lá que nos dirigimos como nação: para a construção de uma economia não apenas mais próspera, mas mais saudável e mais limpa", disse Biden, defendendo o investimento em energias limpas e a reconversão de milhões de trabalhadores de indústrias poluentes, apontando que os Estados Unidos são responsáveis por 15% das emissões mundiais.

À SÁBADO, Francisco Ferreira, presidente da associação ambientalista Zero, descreve que a decisão de é "de louvar", mas "não é o suficiente para salvar o planeta".


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