Quim: “Tínhamos de aturar o Barroso a atirar-nos aquelas pedradas no final dos treinos”

Quim: “Tínhamos de aturar o Barroso a atirar-nos aquelas pedradas no final dos treinos”
Rui Miguel Tovar 20 de maio de 2018

Vinte anos depois, o guarda-redes volta ao Jamor para jogar a final da Taça de Portugal: Braga 1998, Aves 2018.

1998, 2018. Incrível e verídico. Vinte anos depois, Quim volta ao Jamor para defender a baliza de um dos finalistas da Taça de Portugal. Se em 1998 é ao serviço do Braga, agora é pelo Aves. Aos 42 anos de idade, Quim visita o Jamor, onde até se estreia pela selecção em 1999, lançado por Humberto Coelho num 4-0 a Andorra. Em três jogos com o Sporting para a Taça, a experiência de Quim é um totobola perfeito, 1x2.

O 1 é a estreia, pelo Braga (3-1), a caminho do Jamor em 1998. O x é inclinado para o 1, naquele inesquecível 3-3 entre Benfica e Sporting na Luz, depois resolvido nos penáltis com um remate de Miguel Garcia à trave. E o 2 é outro momento inolvidável na história dos dérbis, com o 5-3 em Alvalade (2-0 para o Benfica ao intervalo). Há histórias e mais histórias. Quim é um homem de sorte. Sorte a dobrar: dois filhos, dois títulos de campeão nacional e, hoje, duas finais do Jamor. Ouçamo-lo.

Acompanho o Quim desde sempre. Lembro-me perfeitamente daquele Mundial sub-20 no Qatar.
Ahahahah, é sempre uma referência extraordinária. Tive a sorte de estar envolvido nessa selecção, com jogadores fantástico. E também tive a sorte de jogar pela selecção desde os 15 anos. Infelizmente, nesse Mundial, não conseguimos chegar à final desejada, mas ficámos em terceiro lugar.

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