A Chang'e 5 chegou à Lua na terça-feira, naquela que foi a primeira tentativa de recolha de amostras da superfície lunar em mais de 40 anos.
A sonda espacial chinesa Chang'e 5 deixou hoje a superfície da Lua e encontra-se a regressar à Terra, de acordo com imagens transmitidas pela televisão estatal CCTV.
O módulo espacial, que chegou à Lua na terça-feira, deixou o solo lunar às 23:10 de Pequim (15:10, em Lisboa), sendo esta a primeira tentativa de recolha de amostras da superfície lunar em mais de 40 anos, informou o canal.
Se o regresso à Terra correr bem, a China será o terceiro país a recolher amostras lunares, depois dos Estados Unidos e da antiga União Soviética.
As amostras foram recolhidas na superfície da Lua, com recurso a um braço robótico, e no subsolo, com uma broca que perfurou dois metros, para obter amostras variadas que podem datar de períodos muito diferentes.
A sonda deve pousar na região da Mongólia Interior, no norte da China, no final deste mês.
Esta terça-feira, a sonda pousou com sucesso na área ao norte de Mons Rümker, no Oceanus Procellarum, uma área não visitada até agora por astronautas ou missões espaciais não tripuladas.
Trata-se do mais recente empreendimento do programa espacial chinês, que enviou o seu primeiro astronauta ao espaço em 2003 e que tem uma nave a caminho de Marte. O programa visa, eventualmente, colocar um humano na Lua.
Caso tenha sucesso, será a primeira vez que cientistas obtêm novas amostras de rochas lunares desde que uma sonda soviética aterrou na Lua, na década de 1970.
A Chang'e 5 foi lançada, em 24 de novembro, pelo foguete Longa Marcha-5, que já lançou, em 23 de julho, a primeira missão da China a Marte, a Tianwen-1, cuja chegada ao planeta vermelho está prevista para maio.
Sonda chinesa já concluiu missão na Lua e está de volta à Terra
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Os resultados do “clube do coração” têm mais peso no quotidiano de milhões de portugueses do que as decisões políticas que, na realidade, moldam o seu futuro. Esta obsessão transforma-se em anestesia.
Chamar a este projeto de “corredor da paz” enquanto se inscreve o nome de Trump é uma jogada de comunicação que consolida a sua imagem como mediador global da paz.
Cuidarmos de nós não é um luxo ou um capricho. Nem é um assunto que serve apenas para uma próxima publicação numa rede social. É um compromisso com a própria saúde, com a qualidade das nossas relações e com o nosso papel na comunidade.