Sábado – Pense por si

Novas espécies e mais plástico: descoberta das profundidades dos Açores

Vanda Marques
Vanda Marques 26 de agosto de 2018 às 18:00

Novas espécies, plástico a profundidades nunca pensadas e espécies a navegar onde não deviam. Até a National Geographic vai fazer um documentário desta expedição liderada por portugueses.

O que são 500 metros? Está a ver a Torre Eiffel? Agora pense em algo maior. O que procuramos está mais perto do arranha-céus chinês de 101 andares, o Taipei, em Taiwan, que tem 508 metros. Imagine essa distância em profundidade e que lá no fundo do mar se encontra algo improvável: plástico. Foi o que descobriu a Expedição Oceano Azul nos Açores. Durante 20 dias, percorreram 650 milhas, entre os grupos central e ocidental do arquipélago. A Fundação Oceano Azul, em parceria com a organização de protecção dos oceanos, Waitt Foundation, e a National Geographic Pristine Seas, passaram 500 horas debaixo de água e fizeram 611 mergulhos. A expedição correu tão bem que a National Geographic vai fazer um documentário.

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