Dor crónica: “Os portugueses atribuem a dor ‘à velhice’, desvalorizando-a”

Susana Lúcio 23 de janeiro de 2020

A anestesiologista Ana Pedro, presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor salienta que a dor tem ser avaliada como um sinal vital, tão importante quanto a temperatura corporal

Se sente dor todos os dias há mais de três meses, pode estar doente e a doença ser a própria dor que teima em não desaparecer. A dor crónica pode surgir associada a outras patologias que desgastam as articulações do corpo, como a osteoartrose, ou doenças cujas causas ainda estão por determinar, como a fibromialgia. 

Mas é importante não desvalorizar a dor e tratar a sua origem antes que se torne permanente. A anestesiologista e presidente da Associação Portuguesa para o Estudo da Dor, Ana Pedro, explicou à SÁBADO como.

 

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