Depois da tempestade e de uma explosão de popularidade, a jornalista passa de entrevistadora a entrevistada. E a maquilhagem e cabelo de "15 minutos" são substituídas por produção e enquadramentos
A jornalista Tânia Laranjo foi entrevistada pela filha, a também jornalista Francisca Laranjo, e trocou a roupa de reportagem de rua por peças de estilistas.
Tânia Laranjo recorda o início na televisão em entrevista conduzida pela filhaRicardo Santos / Máxima
Mãe, tens uma longa carreira, são 30 anos de profissão. Nos últimos dias, depois do mau tempo, recebeste uma grande onda de amor. É uma vitória que demorou, mas chegou?
É um reconhecimento de algum público que demorou e chegou. Não é tanto uma vitória, porque não é muito diferente do que fiz ao longo destes 30 anos. Obviamente, a projeção da CMTV é cada vez maior. É uma vitória no sentido de, por exemplo, reconhecerem a proximidade que nós temos das pessoas, e que nós quase fazemos serviço público. Isso é, de facto, uma vitória: dizer-se que a CMTV faz serviço público.
Qual é que foi a mensagem que mais te impactou, de tantas que recebeste?
A da Mega Hits, porque foi feita por um público jovem, muito jovem. Tiveram a capacidade de reconhecer que muitas vezes só se brinca com os erros. Não vejo nenhum mal em brincar com os erros, eu própria também me rio, como sabes. E usaram ali dois momentos: o momento da onda e o momento em que ia sendo picada por uma abelha durante um direto. Mas foi na mesma essa mensagem de serviço público, foi de 'brincámos contigo, mas agora temos que te dizer obrigado'.
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