"Sou como o bambu, vergo mas não parto". A greve de fome do chef Ljubomir

'Sou como o bambu, vergo mas não parto'. A greve de fome do chef Ljubomir
Marco Alves 30 de novembro de 2020

Vários empresários da restauração estão em protesto à porta do Parlamento. Só bebem água, café e chá. Há muita gente a ajudar: jornais, livros, bilhas de gás, massagens e cantigas

restauranção


72 horas depois do início da greve de fome, Ljubomir Stanisic está visivelmente enfraquecido quando o encontramos a meio da tarde de domingo nas tendas onde, juntamente com mais oito grevistas (empresários de restauração e hotelaria), reclama apoios governamentais para o setor. Zé Gouveia, presidente da Associação de Discotecas de Lisboa, também está visivelmente em baixo.

"Estou um pouco fraco, o corpo está a reagir, tive cãibras, já houve aqui duas quedas hoje. O Carlos Saraiva e o João Sotto Mayor tiveram duas descargas emocionais. Estamos a tentar não nos movimentarmos. Estou um pouco zonzo, é normal, tenho tonturas. Mas sou como um bambu, vergo mas não parto, não tenham dúvidas disso", diz à SÁBADO.

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