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Não sou diferente, sou autista

Cresceram com dificuldades que foram mascarando, mas que causaram danos psicológicos. O diagnóstico é um alívio. Conheça quatro relatos de quem viveu anos sem saber o que tinha.

Gisela Santos chorou quando leu as características do autismo nos adultos no site da Associação Voz do Autista. “Esta sou eu”, pensou. Recordou os movimentos repetitivos com as pernas e a perceção de que era diferente das outras crianças. A confirmação chegou o ano passado: perturbação do espetro do autismo, nível um. Tinha 40 anos.

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