A DGS aceitou as adaptações sugeridas pela Federação Portuguesa de Rugby para diminuir o risco de contágio da covid-19, permitindo o regresso de treinos e competições da formação.
A Direção-Geral da Saúde aceitou as adaptações sugeridas pela Federação Portuguesa de Rugby (FPR) à modalidade para diminuir o risco de contágio da covid-19, permitindo o regresso de treinos e competições da formação, revelou hoje o organismo.
"A DGS acolheu as recomendações da FPR sobre a possibilidade de regresso das camadas jovens e a adaptação das modalidades para mitigação do risco de contágio, passando a ser possível, a partir de 19 de abril, a prática de râguebi adaptado 'covid-free' em todos os escalões etários", anunciou a federação nas redes sociais.
Mais tarde, a partir de "03 de maio", passará mesmo a ser permitido praticar "râguebi total, sem limitações, nos treinos das camadas jovens", estando ainda prevista a "possibilidade de competição".
No entanto, e apesar de considerar que "estas modificações são positivas para a retoma do desporto jovem", a FPR promete "continuar a sensibilizar as entidades competentes para os custos elevados associados à obrigatoriedade de realização de testes laboratoriais".
O râguebi foi considerado modalidade de risco muito elevado de contágio da covid-19, motivo pelo qual as competições dos escalões de formação se encontram suspensas desde março do ano passado.
A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.816.908 mortos no mundo, resultantes de mais de 128,8 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.
Em Portugal, morreram 16.859 pessoas dos 822.314 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.
DGS aceita adaptações do râguebi e permite regresso dos treinos da formação
Para poder adicionar esta notícia aos seus favoritos deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Para poder votar newste inquérito deverá efectuar login.
Caso não esteja registado no site da Sábado, efectue o seu registo gratuito.
Enquanto nos digladiamos com as frivolidades quotidianas, ignoramos um problema de escassez estrutural que tratará de dinamitar as nossas parcas possibilidades de liderarmos o pelotão da economia do futuro, para a qual não estamos minimamente preparados.
Os momentos mais perigosos da História não são aqueles em que tudo colapsa, mas aqueles em que todos fingem que nada está a mudar. Em 1026, ninguém previa a avalanche de transformações que se seguiria.