Transportes, escolas e hospitais: o que esperar da greve de 3 de junho
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
Há cada vez mais adesão à greve geral marcada para esta quarta-feira, 3 de junho.
A líder parlamentar do Livre questionou o chefe do executivo sobre o calor extremo que tem atingido o país e a limpeza de terrenos, uma vez que o país está a entrar na época de incêndios.
No debate deverá voltar a ser tema a proposta de lei do Governo de revisão das leis laborais.
O secretário-geral dos socialistas, que falava à entrada para uma reunião do Conselho Estratégico, insistiu que o Governo "é desmazelado na preparação, no planeamento, na resposta e na avaliação dos efeitos destas tempestades".
O relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país aponta prioridades imediatas ao país, outras de médio prazo e ainda linhas estratégicas para o futuro.
Segundo relatório, a região atingida pela tempestade é "um território ainda vulnerável à entrada do verão".
A greve geral convocada pela CGTP encontrou adesão em vários setores, da saúde e educação aos transportes. Está marcada para o início do próximo mês.
Há um novo guia e fomos saber as regras: alimento, fogo, abrigo e água são vitais, mas não é fácil chegar a eles. Cozinhar carne e conservá-la em frascos, fazer faísca com uma pedra de magnésio, ou converter um saco de lixo numa gabardina requerem perícia e técnica. Estou a léguas do MacGyver. Veja o vídeo.
Hoje há mais centrais de blackstart, mas a Grande Lisboa continua vulnerável. A maternidade Alfredo da Costa reforçou a capacidade dos geradores, mas não se sabe o que foi feito nos hospitais. O mesmo nas prisões – há seis em que a luz falhará certamente numa nova crise –, semáforos, telecomunicações e abastecimento de água.
A iniciativa começa na próxima segunda-feira, dia 06, com visitas aos concelhos da Sertã, Oleiros, Proença-a-Nova e Vila de Rei.
O programa ainda não é conhecido e "será divulgado oportunamente".
Quando o desequilíbrio aparece nas contas públicas, surge então a inevitável expectativa de que o Estado central venha resolver o problema.
Sem fugas de informação, não fez convite nenhum para a Casa Civil antes da tomada de posse e divide o tempo entre o escritório e as visitas silenciosas ao terreno.
Ana Abrunhosa foi com a lição bem estudada. Surgiu com o colete da proteção civil, sublinhando visualmente o contexto que justificava a oportunidade: as cheias que devastaram a zona centro do país. Foi uma escolha cénica eficaz.
Num momento em que passa um mês da passagem da depressão Kristin o Centro de Estudos Florestais pede um “levantamento rigoroso” do impacto do comboio de tempestades que assolou a região.
A PSP deteve o suspeito de 27 anos este sábado pelas 15h no Largo do Martim Moniz. Pelo menos uma das pessoas atropeladas continua internada.