Médio Oriente: Mais de 2.500 mortos desde o início dos ataques israelitas no Líbano
Apesar da trégua anunciada em 16 de abril pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e prolongada por três semanas, as hostilidades mantiveram-se.
Apesar da trégua anunciada em 16 de abril pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, e prolongada por três semanas, as hostilidades mantiveram-se.
O Presidente francês vai receber em Paris o primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, na terça-feira.
Yechiel Leiter defendeu que os franceses "não são necessários" e "não têm qualquer influência positiva, especialmente no Líbano".
A Iran Human Rights e a organização Juntos contra a pena de morte alertaram que o recurso à pena de morte pelo Irão poderá aumentar devido à guerra desencadeada por Israel e Estados Unidos.
O primeiro-ministro israelita referia-se, à zona a sul do rio Litani que o Exército israelita ocupa desde a guerra regional que iniciaram, em conjunto com os Estados Unidos, contra o Irão.
Na quinta-feira, o Líbano manifestou a intenção de obter um cessar-fogo antes do início de qualquer negociação.
Estados Unidos e Irão iniciam negociações de paz, em Islamabad, dominadas pelo fim do bloqueio do Estreito de Ormuz, por onde passavam 20% do petróleo e gás natural liquefeito do mundo antes da guerra lançada em 28 de fevereiro por Estados e Israel contra a República Islâmica.
O Ministério da Saúde libanês informou entretanto que os ataques israelitas de quarta-feira mataram, pelo menos, 357 pessoas e deixaram 1.223 feridas, no dia mais sangrento desde o recomeço da guerra entre Israel e Hezbollah, em 02 de março.
Ataque aéreo israelita em Beirute fez dezenas de mortos.
O ministro dos Negócios Estrangeiros destacou a importância da "liberdade de navegação".
O ministro israelita avisou ainda que quaisquer ações contra Israel "agravarão os danos económicos e estratégicos" do Irão, levando "ao colapso das suas capacidades".
A proposta partiu de mediadores egípcios, paquistaneses e turcos envolvidos no processo que pretende interromper os combates, afirmaram os dois responsáveis.
A Praça Tahrir, em Bagdade, encheu-se, este sábado, com milhares de manifestantes que contestam a ação militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão. A mobilização foi convocada por um influente líder xiita e incluiu palavras de ordem e bandeiras em apoio ao Irão.
O porta-voz do comando das forças armadas iranianas anunciou que o Iraque é um "país irmão" e que as restrições aplicam-se apenas "aos países inimigos".
Shelly Kittleson trabalha para meios de comunicação norte-americanos e italianos, incluindo o Il Foglio e a ANSA.
Mais de 1.200 pessoas já morreram devido à guerra em curso entre Israel e o Hezbollah e o número de feridos ultrapassa os 3.500, de acordo com o Ministério da Saúde libanês.