China rejeita acusações de Trump sobre ingerência eleitoral nos EUA
Num discurso à nação na quinta-feira, Trump voltou a lançar dúvidas sobre o resultado das eleições presidenciais de 2020 e acusou a China de ter interferido no processo eleitoral.
Num discurso à nação na quinta-feira, Trump voltou a lançar dúvidas sobre o resultado das eleições presidenciais de 2020 e acusou a China de ter interferido no processo eleitoral.
O chefe de Estado chinês defendeu que os países devem "opor-se conjuntamente ao alargamento excessivo do conceito de segurança nacional no domínio da IA ou à colocação da segurança de um país acima da dos restantes".
Estas declarações surgem um mês após a cimeira entre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo chinês, Xi Jinping, na qual ambos abordaram a situação de Taiwan.
O presidente chinês, Xi Jinping, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, reforçaram seu compromisso de aprofundar a cooperação entre os dois países durante a visita de Xi Jinping a Pyongyang, mas há um tema que não foi mencionado nas notícias sobre o encontro. O repórter da AP Ken Moritsugu explica o que está em causa.
O líder norte-coreano, Kim Jong-un, recebeu, esta segunda-feira, o presidente chinês, Xi Jinping, com um banquete e um espetáculo artístico em Pyongyang, na Coreia do Norte. Esta foi a primeira visita de Xi Jinping ao país em sete anos e tem como objetivo reforçar a cooperação entre os dois países.
Trump e Putin projetam-se como "homens fortes", mas cometeram dois erros crassos: acreditaram que poderiam tomar Kiev e Teerão (de formas diferentes), confiando em excesso na eficácia dos respetivos poderes militares. Ignoraram conselhos e planos, não quiseram saber da História e estão agora metidos num enorme sarilho: Vladimir atascado no atoleiro ucraniano, Donald encravado em Ormuz.
Não sendo o único culpado dos males do mundo e da casa que governa (mas pouco), Guterres não foi inspirador, não foi exigente, não foi popular, não foi sequer levado a sério. Sai pela porta pequena, nota de rodapé do declínio ético e político da ONU.
A última visita do líder chinês a Pyongyang ocorreu em junho de 2019.
Vai ser sentenciado a 1 de setembro num tribunal distrital dos EUA e enfrenta uma pena máxima de 10 anos de prisão.
Nasceu numa zona rural, cuidou do pai cego, aos 16 anos começou a trabalhar numa fábrica de vidros para relógios e aos 22 anos montou o seu próprio negócio. Hoje é a principal fornecedora de ecrãs para telemóveis e a mais rica da China
O antigo chefe de Estado recorda Carlos Brito como "um notável homem do Norte", realçando o seu envolvimento "nas instituições públicas do Porto, onde foi também Governador Civil".
As relações entre o Japão e a China atravessam um momento tenso
Enfrentar Trump é um imperativo moral para quem quer preservar a Democracia. Por estes dias, há autênticos heróis que o fazem no Partido Republicano. São poucos e dois dos mais relevantes (Tom Massie e Bill Cassidy) perderam as primárias por causa disso. Sabem, como no passado souberam McCain e Romney, que é muito mais importante defender a honra e a clareza democrática do que se agarrar a um lugar político que se extingue e é efémero. Haja quem ainda assim seja.
Esta explosão terá provocado ainda 128 feridos e dois desaparecidos e está a ser apontada como um dos acidentes mineiros mais graves registados no país nos últimos anos.
Um total de 247 mineiros encontravam-se na mina de carvão de Liushenyu quando a explosão ocorreu na noite de sexta-feira, num acidente que é o mais grave neste setor em 17 anos.
A explosão ocorreu às 19h29 locais de sexta-feira, nesta mina situada na área de Qinyuan, quando estavam a trabalhar 247 pessoas no local, informou a Xinhua.