Sábado – Pense por si

Donald Trump perdeu a narrativa

Donald Trump perdeu a narrativa. O Irão foi um desastre, o Supremo já lhe tinha travado as tarifas e agora travou-lhe o ataque aos filhos de imigrantes nascidos nos EUA, a inflação que não para de subir. Claro que há sempre aqueles 30 e poucos por cento que abdicaram de pensar pela própria cabeça, mas a sangria nos independentes, nos jovens, nos latinos e nos negros é evidente. Tivessem votado com mais consciência: os sinais estavam todos lá.

Fazer o correto e perder o lugar

Enfrentar Trump é um imperativo moral para quem quer preservar a Democracia. Por estes dias, há autênticos heróis que o fazem no Partido Republicano. São poucos e dois dos mais relevantes (Tom Massie e Bill Cassidy) perderam as primárias por causa disso. Sabem, como no passado souberam McCain e Romney, que é muito mais importante defender a honra e a clareza democrática do que se agarrar a um lugar político que se extingue e é efémero. Haja quem ainda assim seja.

José João Abrantes renunciou ao cargo de presidente na semana passada, alegando "motivos pessoais e institucionais"
Carlos Rodrigues Lima

Super Bock agita Tribunal Constitucional

O (ainda ) presidente do Tribunal Constitucional votou a favor e contra uma taxa criada na Madeira que incidia exclusivamente sobre bebidas alcoólicas. A empresa cervejeira pediu por seis vezes o seu afastamento, mas José João Abrantes reduziu tudo a uma mini… polémica.

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