Timor-Leste condena australiano a 20 anos de prisão por abuso sexual de crianças
Homem já tinha sido condenado em junho de 2024 a 11 anos de prisão.
Homem já tinha sido condenado em junho de 2024 a 11 anos de prisão.
Maria Faustino estava a apresentar um livro quando Inês Bichão lhe disse que foi alvo de assédio sexual por parte de alguém de influência da IL. À SÁBADO a psicóloga recorda esse momento.
Factos terão ocorrido na esquadra do Largo do Rato e envolvem agressões violentas e sevícias sexuais.
O mecanismo de Inteligência Artificial do X permite a manipulação e sexualização de imagens já existentes na plataforma, até de menores de idade, apesar de ser ilegal.
Comissão Europeia afirmou que esta decisão não altera a sua condenação das fotografias anteriormente criadas.
Paulo Abreu dos Santos esteve num encontro promovido por Catarina Sarmento e Castro.
A agência das Nações Unidas para a infância (UNICEF) indicou que o ataque tinha matado mais de 10 crianças entre os cinco e os sete anos, enquanto as autoridades alinhadas com o exército estimavam o número de mortos em 79, incluindo 43 crianças.
Para ser cúmplice de genocídio, basta que quem presta apoio saiba que esse apoio facilita atos de genocídio cometidos por terceiros.
O diretor técnico da Quebrar o Silêncio, que presta apoio às vítimas masculinas de abusos sexuais, estreia-se como romancista com Neblina. A história de Miguel gira em torno do mote da associação que fundou, em 2017, e à qual se dedica a tempo inteiro.
O comunicado da associação surge após o Grupo VITA ter divulgado que o número de pedidos para indemnizações aumentou para 93 e que o processo de análise e entrevistas deverá estar concluído no início de 2026.
António Nunes lamenta o sucedido e não tem dúvidas de que se tratou de um ato isolado. Mas deixa um aviso: "Se houver culpados terão de ser punidos".
Corporação do Fundão realizou um inquérito interno.
Jovens entre os 14 e os 16 anos são das que estão mais expostas a violência sexual digital.
As mulheres não são apenas as principais vítimas, são também alvo de agressões mais violentas e sentem-se muito mais inseguras.
Proposta foi aprovada com os votos contra do PSD e CDS-PP e abtenção da IL.
A desigualdade de género também está presente no contexto laboral, com registo de 23,8% de mulheres a afirmarem ter sido vítimas de assédio persistente e 12,3% de assédio sexual.