Marcelo pede mais saúde, habitação, justiça, tolerância e concordância
Última mensagem de ano novo enquanto Presidente da República
Última mensagem de ano novo enquanto Presidente da República
Maioria dos problemas que afetam o sistema judicial português transita, praticamente inalterada, de um ano para o outro. Falta de magistrados do Ministério Público e de oficiais de justiça continua a ser uma preocupação central. A esta escassez humana soma‑se a insuficiência de meios materiais e tecnológicos.
Preocupa-me a forma como nos abstraímos da realidade: tudo contribui para um ritmo insustentável.
O rapper e produtor apresenta pela primeira vez ao vivo um mítico álbum de instrumentais de 2002. Eis a história de "Beats Vol.1: Amor", em breve nos palcos de Lisboa e Porto.
Já foi desvendada a programação do TBA, em Lisboa, para o pós-verão. "Coro dos Amantes", primeiro texto do autor de "Catarina e a Beleza de Matar Fascistas", é um dos destaques.
O novo refúgio de cinco estrelas nasceu num local com mais de 400 anos de tradição vínica, entre vinhas, design e um restaurante de fine dining chefiado por Vítor Matos.
Aos palcos nacionais chegam, nos próximos dias, criações da companhia Lisbon Players, de Né Barros e de Gaya de Medeiros e Ary Zara.
O novo álbum de Cátia Oliveira é mais um disco onde cabem anotações políticas, amor e desamor. Um álbum sonhador e dorido, crente na independência da música e da poesia.
Que fique muito claro que, para mim (e é minha forte certeza - e não apenas convicção - que assim tem mesmo de ser num Estado de Direito) nenhuma crença religiosa, nenhuma tradição cultural ou étnica, nenhuma ideologia ou concepção do Mundo e da Vida, da Sociedade e do Estado, se pode sobrepor às leis da República.
Há uma crença persistente de que janeiro precisa ser o mês de começar de novo. Um mês para limpar a lista de fracassos, reformular prioridades e estabelecer metas. Mas será que estas "recomeços forçados" não alimentam precisamente aquilo que deveriam combater?
O que me assusta em 2025 é não saber nada dele. Não saber o que me vai trazer ou o que me vai levar. É uma aposta cega. Quando chega a meia-noite, não é o ano que muda – somos nós que nos inventamos de novo.
Com a chegada do novo ano, espera-se que seja alcançado um acordo com os sindicatos representativos dos oficiais de justiça, evitando assim a repetição em 2025 da série de greves que ocorreram em 2024, as quais provocaram atrasos sucessivos em diligências, julgamentos e outros atos processuais.
Nos tempos que correm, o novo "Casal Europa" não precisa e não tem de viver no mesmo quarto. Mas têm uma casa comum que é a União Europeia. Como se diz agora, vão "viver juntos separadamente", mas de preferência a favor da Europa e dos Europeus.
Da tradição fizeram um futuro que se prova a cada prato. São tascas e tabernas, movidas por novos talentos, que estão a reinventar a gastronomia.
No início deste ano letivo, quantas oportunidades para uma vida melhor ficaram por dar? Se quer mesmo marcar uma vida melhor para o seu bebé invista cedo na sua educação: e não se esqueça que a melhor creche para os seus filhos é fazer com que haja creches para todos.
É impossível não ter inveja do abismo quando se sabe que toda a gente quer ir para ali, mesmo que não o faça, mesmo que não o confesse.