Sábado – Pense por si

Os barcos-dragão são decorados com cabeças do animal mítico chinês
Susana Lúcio

Os dragões regressam ao Tejo

Nova associação desportiva vai realizar o primeiro festival de barcos-dragão em Portugal, 28 anos depois das embarcações históricas chinesas terem navegado em Lisboa durante a Expo 98

Mao morreu há 50 anos, mas continua vivo para os chineses. E tornou-se um ícone da cultura pop
Catarina Gonçalves Pereira, em Macau

Maoismo – o legado ainda corre nas veias da China

Mao Tsé-Tung morreu a 9 de setembro de 1976, mas continua bem vivo na cultura política chinesa. Apesar dos “crimes hediondos que cometeu” e do rasto de morte e sangue, os mitos sobre o Grande Líder “continuam profundamente enraizados na memória coletiva”. Vivem no nacionalismo, no aparelho repressivo, nas expressões ditas no dia a dia.

Proteger o cérebro em cada fase da vida
Lucília Galha

Cérebro: Como o manter saudável ao longo da vida

Ao contrário do que se pensava, este órgão nunca deixa de aprender. E mesmo na velhice vale a pena continuar a estimulá-lo. Há uma combinação de três coisas essenciais: exercício físico, aprender coisas novas e cultivar amizades. Sim, os amigos são tão importantes quanto os comprimidos – podem mesmo ajudá-lo a recuperar saúde mental.

O ministro interino da Defesa, major-general Yevhen Khmara, o ex-comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia Oleksandr Syrskyi, o presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy e o novo comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia Mykhailo Drapatyi.
Renata Lima Lobo

Zelensky à defesa: as mudanças na cúpula política da Ucrânia

Primeiro-ministro, ministro da Defesa e comandante-chefe das Forças Armadas. São estas as substituições mais sonantes levadas a cabo por Volodymyr Zelensky em plena lei marcial. Trata-se apenas de uma remodelação governamental ou de uma disputa mais profunda entre o poder político e o poder militar?

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Gonçalo Ramos marcou nos descontos
Carlos Torres

Portugal vence a Croácia no jogo mais louco deste Mundial

Valeu a pena ficar acordado até altas horas da madrugada: foi um jogo impróprio para cardíacos, em que aconteceu de tudo, desde um penálti de VAR, quatro golos anulados e um suspense digno de um filme de Hitchcock. Ronaldo marcou, voltou a deixar Modric a chorar e no final o ouro veio do banco, com o fantástico golo de Gonçalo Ramos. Agora, é respirar fundo, ir medir a tensão, lembrar Diogo Jota e ficar à espera da Espanha.

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