Gritos surdos na esperança de viver
Relembro como se fosse hoje o dia em que há trinta um anos acompanhei a primeira vítima de violência doméstica a um posto da GNR da margem sul. Uma mulher vítima recorrente de agressões físicas e psicológicas. O militar da GNR que nos recebeu apressou-se a recomendar uma melhor ponderação.