Ex-diretor da CIA diz que Trump é "ingénuo": "Irão mantém a 'arma' Estreito de Ormuz apontada à sua cabeça"
Leon Panetta, que trabalhou com Bill Clinton e Barack Obama, não tem dúvidas de que o atual presidente está numa encruzilhada.
Leon Panetta, que trabalhou com Bill Clinton e Barack Obama, não tem dúvidas de que o atual presidente está numa encruzilhada.
Entre os países que demonstraram vontade em ajudar a desbloquear o Estreito de Ormuz estão os Emirados Árabes Unidos, o Reino Unido, a França, o Canadá e o Japão.
Hoje de manhã estavam estacionadas 32 aeronaves da Força Aérea e da Marinha dos Estados Unidos, incluindo 15 aviões reabastecedores KC-46 Pegasus, que estão na infraestrutura desde 18 de fevereiro.
"A AIEA foi informada pelo Irão que o complexo nuclear de Natanz foi atacado hoje. Não foi relatado qualquer aumento dos níveis de radiação fora do complexo. A AIEA está a investigar o caso", declarou a organização na rede social X.
Portugueses construiram uma fortaleza em Kharg, numa época em que a ilha era importante pelo intercâmbio de alimentos, e hoje alberga um mosteiro. Chegou também a ter uma prisão, até se dedicar à exportação de petróleo, e na década de 1980 foi alvo de ataques iraquianos. Hoje, a história repete-se.
Mais de 500 mil israelitas vivem na Cisjordânia, excluindo Jerusalém Oriental, entre cerca de três milhões de palestinianos, em colonatos que as Nações Unidas consideram ilegais à luz do direito internacional.
O jornalista da SÁBADO Bruno Faria Lopes e o embaixador Mário Godinho de Matos estiveram no NOW esta quarta-feira e falaram sobre o conflito no Médio Oriente. O embaixador jubilado defendeu que "vamos ter de estar preparados para uma guerra que vai provavelmente durar mais tempo do que aquilo que estava inicialmente previsto". Bruno Faria Lopes referiu que "estamos no início de um choque energético e de várias matérias-primas".
Trump e Netanyahu mataram milhares de pessoas, asfixiaram a economia global, mas não derrotaram o regime iraniano.
Enquanto o círculo do poder de Teerão impõe a vontade do supremo líder, familiares da elite iraniana moram no Ocidente — e há quem viva com ostentação.
É nestes tempos que estamos. Trump começa e começa depois outra coisa outra vez - é um inaugurador de factos, a cada dia.
O choque em curso numa das matérias-primas cruciais para a agricultura mundial é um bom exemplo da aplicação desta “lei” à ação de Trump no Irão.
Trump não tem objetivos claramente definidos e pode ter de escalar a guerra no Irão para não ficar com figura de perdedor. Não há plano da Casa Branca, não há consistência nos comportamentos. Putin agradece, Netanyahu sai reforçado. E a base MAGA aceita, passivamente, a enorme contradição de apoiar o contrário daquilo que durante anos exigiu. Demasiado perigoso para ficarmos só a rir de tamanha incoerência.
Várias figuras ligadas ao regime de Teerão relataram que Mojtaba Khamenei ficou ferido no mesmo bombardeamento que matou o pai.
Trata-se de "uma medida de precaução excecional" para garantir a segurança dos voos.
Trump reiterou que a operação militar em curso, denominada ‘Fúria Épica’ pelo Pentágono, permitiu dizimar a marinha, a força aérea e até a liderança iraniana.
Os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão a 28 de fevereiro, matando o aiatola Khamenei e iniciando uma guerra regional. Os objetivos da guerra parecem não estar claros, especialmente os pessoais do presidente norte-americano, que detém vários negócios na região.