Governo aprova novas administrações para as ULS São José e Amadora-Sintra
As novas administrações foram aprovadas em Conselho de Ministros.
As novas administrações foram aprovadas em Conselho de Ministros.
Em 14 das 19 administrações hospitalares que o Governo mudou, mesmo em casos com bons resultados, o presidente escolhido tem ligações ao partido - e nem sempre tem experiência. Confiança política e pressão das estruturas locais explicam.
Luísa Ximenes, enfermeira diretora demissionária, recorda que a ministra da Saúde "sujeitou [o hospital] a duas administrações" e que "agora vem uma terceira".
Sindicatos falam em situação de "extrema gravidade" e atribuem responsabilidades ao Conselho de Administração e ao Governo.
A decisão fundamenta-se na inexistência de condições para a continuidade do exercício de funções.
Segundo revelou o Conselho de Administração num email enviado a todos os profissionais da ULS.
Garante que constrangimentos não estão a afetar a assistência e a segurança dos doentes.
Já em Loures, no Hospital Beatriz Ângelo, os 22 utentes com pulseira amarela aguardavam 07:17 horas.
Chama-se "Via Integrada de Atendimento" e introduz um novo circuito para doentes com pulseiras azul, verde e amarela.
As famílias invocam sobretudo dificuldades económicas, falta de condições habitacionais, indisponibilidade para prestar cuidados e conflitos familiares para não colaborarem na alta.
PJ anunciou na quinta-feira a detenção de um homem de 35 anos por suspeita do crime de abuso sexual de uma mulher de 42 anos - que sofre de "psicopatologia grave" - num hospital.
Álvaro Santos Almeida explicou que a Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora-Sintra, sobretudo o Hospital Fernando Fonseca, têm um “problema fundo” de falta de recursos humanos.
"Claro que me incomoda muito que haja partos em ambulâncias ou mesmo na via pública, mas eu já o pedi e estou à espera de fazer esse levantamento de uma forma sistematizada para percebermos porque que é que isso acontece", disse aos jornalistas o primeiro-ministro, que está em visita ao Brasil.
Ana Paula Martins acusada de desviar as atenções de uma falha grave dos serviços públicos de saúde
A família anunciou que vai apresentar queixa contra a ministra da saúde, Ana Paula Martins, por difamação.
Antigos titulares da pasta da Saúde acreditam que a solução não passa pela demissão de Ana Paula Martins, embora também reconheçam que faltam condições para a sua continuidade. "Os partidos estão viciados em fazer da Saúde um território de combate", afirma Adalberto Campos Fernandes.