A estreia em legislativas foi há 50 anos
A 25 de abril de 1976 entrava em vigor a nova Constituição e votavam 5 milhões e meio de portugueses. Soares derrotou Sá Carneiro e chegou a primeiro-ministro.
A 25 de abril de 1976 entrava em vigor a nova Constituição e votavam 5 milhões e meio de portugueses. Soares derrotou Sá Carneiro e chegou a primeiro-ministro.
Foi um relatório elaborado entre janeiro e junho de 1976 e denunciou centenas de abusos cometidos por forças militares e civis que incluem ainda prisões arbitrárias, mandados de captura passados em branco e até tortura de detidos.
A Constituinte sobreviveu a um cerco (que Pinheiro de Azevedo alvitrou terminar à bomba), golpes e contra-golpes, a deputados sem salário e a muitos berros de “fascista”. Terminou em júbilo e hino: cumpriu a missão.
O candidato apoiado pelo PSD e CDS em 1986 não ficou muito longe da vitória.
António José Seguro vai ficar com o título que até agora pertencia a Mário Soares.
Israel é um país democrático. No reino do Aiatolá, a garantia resume-se à execução. Ides para lá de barquinho e depois digam como é o além.
O “serviço de informações” do PPD era completamente desconhecido, até que o Arquivo Ephemera publicitou a sua existência e divulgou alguns dos seus documentos que estão na exposição.
Durante 88 anos, Balsemão foi quase tudo: jornalista, deputado, fundador do PSD, ministro e primeiro-ministro. Estas são 88 histórias da vida fabulosa e desconhecida do último senador.
Derivas temáticas, caos interno, eleitorado volátil levaram a resultados surpreendentes (19 deputados) e desastrosos (uma). O BE caminha para o fim?
Esta campanha é particularmente eficaz no PS, que parece ter aceitado todas os seus termos e consequências. Ou seja, um PS fragilizado procura a sua redenção na rendição.
Só houve um Governo nacional a cair na sequência uma moção de confiança. O executivo de Luís Montenegro arrisca-se a ser o segundo.
Das aventuras da Tutti-Frutti às desventuras do Bloco, o financiamento ilegal dos partidos é um consenso de regime.
A história de Vítor Machado inclui avenças fictícias, a passagem dos quadros para precário, faturas com o NIF do partido, dinheiro em numerário para compor salário e uma indemnização paga com recurso a um recibo verde.
Os eleitos do povo apelidam-se de bêbados, nojentos, palermas, palhaços, vigaristas e muito mais. Há muito que a liberdade de expressão faz soltar a língua no hemiciclo.
Os boletins diferentes, os fantasmas que são um mito, quem já entrou e saiu do parlamento e um senhor belga do século XIX que definiu como elegemos hoje. Ponha-se a par.
A corrida eleitoral disputa-se entre um rebelde de São João da Madeira e um agitador de Espinho. Um atleta e um falador. Um nadador-salvador e um negociador. Dois resilientes.