Romances, I.A. e o Hamas: 12 livros para ler em 2026
Entre a ficção portuguesa e a literatura internacional, o novo ano promete trazer grandes leituras. Eis 12 obras que já saíram ou já sabemos que vão sair ao longo dos 12 meses do ano.
Entre a ficção portuguesa e a literatura internacional, o novo ano promete trazer grandes leituras. Eis 12 obras que já saíram ou já sabemos que vão sair ao longo dos 12 meses do ano.
Não temos bola de cristal mas arriscamos prever um ano bem vivido. De festivais a mesas em que vale a pena sentar-se, juntamos 26 boas razões para entrar em 2026.
Desde a ficção aos ensaios e memórias, o arranque do ano está recheado de novidades.
A solução foi apresentada como a mais viável do ponto de vista económico. Câmara vai pagar quase dois milhões para 'enterrar' a tuneladora.
De acordo com o cessar-fogo acordado com o Hamas, em vigor desde 10 de outubro, as tropas israelitas deverão retirar-se da Faixa de Gaza de forma faseada, após uma retirada inicial dentro do território delimitado pela “linha amarela”.
Cuidar do bem-estar psicológico é tão importante como cuidar da saúde física.
Em julho a Ucrânia partilhou que estava a ser alvo de ataques com mais de 500 drones por dia.
Há 20 anos que a arqueóloga Kathleen Martinez procura o último descanso de Cleópatra. Está cada vez mais perto de saber como foram os últimos dias da poderosa rainha e as pistas levam-na ao fundo do Mar Mediterrâneo.
O mentor dos ataques - disponibiluzou o local e comprou os materiais para fabricar explosivos - foi condenado a 18 anos.
O regresso dos reféns pôs fim à espera ansiosa de um país inteiro, centrada na praça em que as famílias se reuniam em Telavive, mas sentida em cada rua. Contudo, a alegria e o alívio vivem a par da enorme incerteza pelo futuro de uma paz instável e que já começou a dar sinais de quebra.
Israel já tinha lançado, uma série de ataques aéreos contra a cidade de Rafah, na Faixa de Gaza, após acusar o Hamas de atacar uma escavadora militar israelita.
Israel já tinha lançado, esta manhã, uma série de ataques aéreos contra a cidade de Rafah após acusar o Hamas de atacar uma escavadora militar israelita
O ministro da Segurança Nacional israelita já instou Benjamin Netanyahu, a retomar a ofensiva contra a Faixa de Gaza.
Rússia e China substituíram a Europa na corrida ao metal dourado. Em Londres, há filas de semanas para o retirar de cofres subterrâneos - à boleia da incerteza dos mercados.
São mais de 500 quilómetros de túneis subterrâneos construídos ao longo de 40 anos e podem ser o próximo cenário da guerra, visto que Israel já domina 75% do território de Gaza à superfície.
Agora, com os restos de Idan Shtivi, declarado oficialmente morto, o gabinete do ministro Paulo Rangel solidariza-se com o sofrimento do seu pai e da sua mãe, irmãos e tias, e tios. Família. Antes, enquanto nas mãos sangrentas, nem sequer um pio governamental Idan Shtivi mereceu.