Os crimes, as prescrições e os advogados: julgamento da Operação Marquês será retomado terça-feira
Após três semanas de interrupção devido a nova renúncia de um advogado do antigo primeiro-ministro José Sócrates.
Após três semanas de interrupção devido a nova renúncia de um advogado do antigo primeiro-ministro José Sócrates.
Homem confessou ter matado, em 2023, duas mulheres no Centro Ismaili, em Lisboa.
A Ordem nomeou um advogado oficioso para representar o antigo primeiro-ministro.
Essa mesma empresta terá sido usada para desviar dinheiro do Banco Espírito Santo Angola.
Esta é a segunda vez que o julgamento do processo Operação Marquês, iniciado em 03 de julho de 2025, é suspenso para que um advogado nomeado por José Sócrates na sequência da renúncia de outro possa inteirar-se do caso.
Arguido foi igualmente condenado a pagar indemnizações cíveis aos filhos das vítimas e à vítima do crime de homicídio tentado num valor total de 410 mil euros.
Assumindo que é uma "produção ambiciosa", cujo orçamento vai rondar os 600 mil euros, o diretor geral da UAU assumiu o objetivo de atingir um público acima das 50 mil pessoas.
Acusação defende que o grupo terá pago quase 2,4 milhões de euros a José Sócrates para obter apoio privilegiado no concurso para a construção de habitação social no país.
Em 3 de janeiro de 2026, José Preto comunicou ao tribunal que se encontra internado.
"A conduta do arguido demonstra o oposto da intenção de se subtrair à ação da justiça", refere o tribunal.
Antigo primeiro-ministro José Sócrates é arguido.
Ministério Público tinha acusado os 13 arguidos de terem recebido globalmente aquela verba em ajudas de custo por viagens fictícias.
Antigo primeiro-ministro afirma que a prescrição de crimes não foram discutidos no julgamento em curso.
As sessões devem retomar quando Sócrates arranjar um advogado. Tem até dia 4 de dezembro para o fazer.
Pedro Delille renunciou representar Sócrates num "julgamento a brincar". É uma decisão finita ou apenas forma de atrasar o julgamento?
"Não me vou pronunciar sobre a decisão da juíza. É importante que o processo ande e o juiz deve ter autonomia de conduzir o seu processo. Não acho que tenha sido um passo que tenha corrido mal", afirmou Rita Júdice.