Mamdani diz que pode ordenar prisão de Netanyahu
O autarca nova iorquino está a estudar a possibilidade de poder ordenar a prisão do primeiro-ministro israelita quando este for à Assembleia-Geral da ONU.
O autarca nova iorquino está a estudar a possibilidade de poder ordenar a prisão do primeiro-ministro israelita quando este for à Assembleia-Geral da ONU.
Na segunda-feira passada, as forças armadas israelitas intercetaram, em águas internacionais, 28 embarcações da flotilha Global Sumud que seguia para Gaza com ajuda humanitária. Entre os detidos estão dois médicos portugueses, Beatriz Bartilotti e Gonçalo Reis Dias, do Porto. O ministro da Segurança Nacional israelita, Itamar Ben-Gvir - persona non grata em vários países europeus, defensor da pena de morte em Israel só para palestinianos e da anexação da Cisjordânia.
A criação do tribunal especial foi promovida pelo Conselho da Europa devido às limitações jurisdicionais do Tribunal Penal Internacional (TPI) na investigação de responsáveis pela invasão russa à Ucrânia.
Na semana passada, o júri da bienal tinha anunciado que excluiria a Rússia e Israel de participarem nos prémios do evento, por considerarem que os líderes destes países têm mandatos de detenção pelo Tribunal Penal Internacional (TPI), por crimes de guerra.
O primeiro-ministro da Hungria garante que irá cumprir o mandado de captura emitido pelo Tribunal Penal Internacional em 2024, que acusa o Benjamin Netanyahu de crimes de guerra e crimes contra a humanidade.
A primeira-dama vai presidir o Conselho de Segurança da ONU. A ex-modelo terá funções como definir o programa de trabalho das reuniões, gerir negociações e ser a porta-voz do órgão.
A morte de dezenas de pessoas no mar do Caribe está a reacender o debate sobre a legalidade destas ações. À SÁBADO o professor Jorge Botelho Moniz explica quais as possíveis consequências.
Líder norte-americano continua a pressionar o regime chavista.
Donald Trump já tinha avisado que as forças armadas iriam agir "muito em breve" em terra contra alegados narcotraficantes venezuelanos.
O procurador britânico emitiu mandados de detenção contra Netanyahu e Gallant por alegados crimes contra a humanidade e crimes de guerra cometidos em Gaza.
Porta-voz da diplomacia israelita defende que “Israel cumpre integralmente as suas obrigações”.
Campanhas dirigidas contra Mariana Mortágua mais não são do que inequívocos actos de misoginia e homofobia, e quem as difunde colabora com o que de mais cobarde, vil e ignóbil existe na sociedade portuguesa.
O reconhecimento do Estado Palestiniano pela França será confirmado com um discurso esta tarde do Presidente francês, Emmanuel Macron, em Nova Iorque, por ocasião da abertura da Assembleia-Geral da ONU.
"Tudo o que acontecer daqui para a frente, não anula os mandatos do Tribunal Penal Internacional, mas pode levar a que mais líderes israelitas sejam acusados de crimes de guerra”, sublinha Diana Soller, investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais da Universidade Nova de Lisboa.
Israel "rejeita categoricamente" este "relatório tendencioso e mentiroso e pede a dissolução imediata" da comissão.
A Associação Internacional de Académicos do Genocídio (IAGS) apela a que Israel "cesse imediatamente todos os atos que constituem genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade contra os palestinianos em Gaza".