Trump diz que "ninguém vai controlar" Estreito de Ormuz
O presidente norte-americano afirmou que nenhum país vai controlar a zona e que isso vai ficar claro no acordo iraniano.
O presidente norte-americano afirmou que nenhum país vai controlar a zona e que isso vai ficar claro no acordo iraniano.
Os militares sublinharam ainda que o "controlo inteligente" desta passagem crucial para o comércio global está a ser realizado "com autoridade" e afirmaram que responderão "com força" a qualquer agressão.
Netanyahu frisou que Israel está “em guerra com o Hezbollah” e que, nas últimas semanas, os militares israelitas eliminaram mais de 600 elementos do grupo xiita libanês.
O acordo que os Estados Unidos e o Irão estão prestes a concluir incluiria a reabertura do estreito de Ormuz, bloqueado por Teerão desde o início dos ataques israelo-americanos em 28 de fevereiro.
A mais recente proposta iraniana, transmitida a Washington por mediadores paquistaneses que procuram um "fim permanente" para o conflito, destaca a exigência de incluir o Líbano no cessar-fogo.
A ocultação do Líder Supremo Mojtaba Khamenei está condenada ao fracasso devido à cultura político-religiosa do xiismo, à sofisticação da sociedade persa, e à relevância das minorias étnicas no Irão.
O chefe da diplomacia norte-americana Marco Rubio acredita que vários países da Aliança Atlântica partilham da posição de Washington sobre o Irão, mas evitam assumir compromissos concretos.
"Veremos o que acontece. Ou chegamos a um acordo ou tomaremos medidas um pouco mais drásticas. Mas espero que isso não aconteça", disse na quarta-feira o dirigente norte-americano aos jornalistas.
A mensagem da Guarda Revolucionária surgiu horas depois de o Governo iraniano ter formalizado a criação de um novo organismo para a gestão do estreito de Ormuz.
A Autoridade do Estreito do Golfo Pérsico já tem uma conta oficial, através da qual irá fornecer "atualizações em tempo real sobre as operações" no estreito.
Plano passará por convidar empresas como a Google, a Microsoft, a Meta e a Amazon a pagar uma espécie de imposto.
Informação foi avançada pela televisão estatal iraniana, que não identificou os países.
Xi Jinping recebeu Donald Trump em Pequim, mas a cimeira terminou sem acordos concretos, deixando negociações em aberto num contexto de tensões persistentes.
Trump revelou também que a China vai anunciar a compra de 200 aviões comerciais da Boeing, cujo líder, Kelly Ortberg, fazia parte da delegação empresarial norte-americana à China.
Os líderes das duas maiores potências mundiais voltarão a reunir-se hoje, antes de Trump deixar Pequim, à tarde, para regressar aos Estados Unidos.
O chefe da diplomcacia iraniana, Abbas Araghchi, disse na cimeira dos BRICS que os Emirados Árabes Unidos são um parceiro "activo na agressão" contra o Irão.