Mais de 500 mortes durante os protestos no Irão
As comunicações continuam em baixo no Irão por decisão governamental e números podem estar desfasados dos reais.
As comunicações continuam em baixo no Irão por decisão governamental e números podem estar desfasados dos reais.
Com a internet em baixo e as linhas telefónicas cortadas, acompanhar as manifestações a partir do estrangeiro tornou-se difícil.
Milhares de pessoas manifestaram-se contra o regime iraniano nas ruas da capital, Teerão, na quinta-feira à noite, num momento em que o governo impôs um “apagão” da Internet. Na manhã seguinte, ainda havia focos de incêndio por apagar e viaturas destruídas.
Milhares de pessoas saíram à rua em Teerão e noutras cidades iranianas, esta quinta-feira, em protesto contra o regime, num momento em que o acesso à Internet e as linhas telefónicas foram cortadas.
Segundo foi revelado pela cadeia televisiva, ABC.
Uma taxa de inflação superior a 40%, com os alimentos a quase duplicarem o valor em menos de um ano levaram milhares a protestar nas ruas.
Líder supremo do Irão deu luz verde às forças de segurança para reprimirem agressivamente as manifestações que têm abalado o país.
A desvalorização da moeda iraniana foi o gatilho para o início dos protestos no Irão.
As manifestações começaram no domingo em Teerão, onde os comerciantes fecharam os seus negócios em protesto contra a hiperinflação, a desvalorização da moeda e a estagnação económica e, de seguida, espalhou-se para as universidades e para o resto do país.
O Irão assistiu esta semana a alguns dos maiores protestos dos últimos três anos, depois de a moeda do país ter caído para um mínimo histórico em relação ao dólar americano.
Em dezembro os preços dos alimentos subiram 72% e os de produtos de saúde e medicamentos 50%, em relação ao mesmo mês do ano passado.
Apoiantes de Mohammadi dizem que a ativista foi detida durante um memorial. Estava em liberdade condicional.
A diplomacia iraniana considerou que a resolução viola “especialmente o direito à autodeterminação e ao estabelecimento de um Estado palestiniano independente com Jerusalém oriental como capital”.
Na iniciativa a IL descreveu que "a repressão não se limitou à privação de liberdade".
"Não há enriquecimento neste momento, porque as nossas instalações de enriquecimento foram atacadas", afirma o governo iraniano.
O Irão exibiu publicamente pela primeira vez mísseis balísticos e drones militares no contexto da guerra com Israel, numa demonstração de força transmitida pela televisão estatal. A manobra surge após Teerão ter lançado centenas de projéteis contra o território israelita, marcando uma nova fase na escalada regional.