Partido Sumar pede que Espanha afaste Marrocos da organização do Mundial2030
Partido espanhol invocou violações de direitos humanos na sequência da entrada massiva de migrantes na fronteira de Ceuta.
Partido espanhol invocou violações de direitos humanos na sequência da entrada massiva de migrantes na fronteira de Ceuta.
Ao camarada Pablo Iglesias juntaram-se Javier Sánchez (Podemos) e Gerardo Pisarello (Sumar), que também preferiram voar a ser navegados.
O governo espanhol posicionou-se mais uma vez contra a guerra em Gaza ao aprovar um projeto de lei que proíbe a compra e venda de armas e outro material militar a Israel.
A carta, dirigida à chefe da delegação espanhola, Ana María Bordas, recorda à RTVE que as regras da Eurovisão "proíbem as declarações políticas que podem comprometer a neutralidade do concurso".
Sob a capa de uma diretiva europeia, Sánchez, com correligionários e a sua própria mulher sob investigação, tem procurado meter o nariz no pluralismo dos meios de comunicação social. Por cá, também conhecemos há muito esse tipo de pressões sobre os jornalistas.
O líder parlamentar do Sumar, que apoia o governo de Pedro Sanchéz, abandonou a política depois de terem surgido várias denúncias de assédio e violência sexual. "Cheguei ao limite da contradição entre a personagem e a pessoa", disse na carta de demissão.
Roger Schmidt liderou o Benfica em 115 jogos. Durante esse período, a equipa registou um total de 80 vitórias, 20 empates e 15 derrotas.
Foi aprovada com 177 votos a favor e 172 contra.
Reconhecer ou não reconhecer? Espanha e Irlanda planeiam fazê-lo no dia 21, a maior parte dos Estados-membros, para já, ainda não.
Israel juntou-se assim aos 26 países, incluindo Portugal, que vão competir no sábado para suceder à Suécia como vencedora desta competição, que foi seguida em 2023 por 162 milhões de telespetadores.
Espanha saiu do impasse e tem finalmente um novo (velho) líder do governo. Mas esta vitória suada de Sánchez pode sair-lhe cara como escreve João Carlos Barradas neste texto de análise à investidura.
Congresso espanhol aprova investidura do candidato do PSOE, com 179 votos a favor.
Pedro Sánchez, que conta também com o apoio do Sumar e de separatistas do País Basco e da Galiza, conseguiu um acordo com os catalães do ERC e Junts per Catalunya em troca de amnistia para os condenados pelas tentativas da Catalunha de ser independente desde 2012.
Já a anterior legislatura espanhola foi constituída por uma coligação do PSOE e da Unidas Podemos (a plataforma de partidos à esquerda dos socialistas a que agora sucedeu o Sumar). Yolanda Díaz é uma das atuais vice-presidentes e ministra do Trabalho.
Congresso não deu a maioria simples ao líder do PP de que este precisava. Rei deve convidar PSOE a tentar investidura.
Antes do Mundial, as jogadoras já tinham pedido a demissão de Jorge Vilda por afetar "significativamente o seu estado emocional e a sua saúde".