A proteína que o pode matar
É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.
É pior que o colesterol mau, porque aumenta seis a sete vezes a probabilidade de um enfarte ou AVC. Não há ainda um fármaco que a consiga reduzir, mas já há ensaios em curso - e testar-se pode evitar o pior.
No cancro e nas doenças cardiovasculares, as falsas promessas de cura levam pacientes a abandonar tratamentos - e podem contribuir para enfartes. Nas vacinas, são mesmo uma questão de saúde pública. Saiba como as combater.
De acordo com os dados do estudo a principal causa apontada para o não cumprimento da medicação é a ausência de sintomas, seguida da "gravidade percecionada" da doença e da posologia.
Várias farmacêuticas estão a desenvolver novos medicamentos análogos do GLP-1, que aumentam a capacidade para tratar a obesidade e a diabetes, mas também podem resolver doenças cardiovasculares, hepáticas e renais - que matam milhares por ano. Falta a comparticipação
As doenças cardiovasculares continuam a ser as que mais matam, mas a ciência resolve-as cada vez melhor. Fazem-se cirurgias de peito aberto sem interromper os batimentos, há miniórgãos criados em laboratório para estudar medicamentos e pensos cardíacos com potencial para regenerar este músculo. Até a insuficiência deixou de ser uma sentença – já é possível viver com um coração artificial.
Existe uma epidemia de mitos sobre saúde a espalhar-se na Internet. Exemplos? A corrente de ar provoca constipações e os antibióticos fazem mal. A Organização Mundial de Saúde estima que 70% da população esteja exposta à desinformação.
Usualmente, a hipertensão arterial só é grave e causa problemas de saúde quando permanece elevada durante um longo período, ou quando aumenta muito subitamente.
É comum o vírus ser confundido com outras infeções respiratórias, pelo que temos de nos proteger
Diversas Sociedades médicas, incluindo a Sociedade Portuguesa de pneumologia e outras cinco, recomendam medidas preventivas contra o Vírus Sincicial Respiratório para reduzir hospitalizações e proteger grupos de risco.
Começou a cantar em criança, percorreu o País e o mundo e vendeu mais de cinco milhões de discos. Conheça as histórias da vida do popular artista que morreu aos 79 anos.
Ainda não é possível regenerá-lo, mas há cada vez mais formas de o tratar. Intervenções através de cateteres milimétricos que permitem operar doentes octogenários, modelos de coração impressos a 3D para estudar cirurgias, pacemakers mais fisiológicos, máquinas que evitam que se morra à espera de transplante.
Patrocínios diretos, apoios a instituições que lideram e dinheiro para investigação. As relações intensas de Fausto Pinto e Jaime Branco com a indústria farmacêutica ilustram o peso do dinheiro dos laboratórios no setor da Saúde.
Dados compilados do portal da transparência do Infarmed quantificam a relação financeira entre a indústria e os clínicos. Os laboratórios pagam quase toda a formação dos médicos. Os mais reputados são "influencers" que acumulam mais de 100 mil euros em apoios. Ninguém admite conflitos de interesses.
Em maio de 2016, um doente demorava 100 minutos a chamar os meios de emergência. Entre março e maio do ano passado, esse intervalo passou para duas horas - 120 minutos.
Carlos Rabaçal sublinha que muitos dos vírus do tipo influenza (que provoca gripes) "têm uma capacidade de invadirem o músculo cardíaco e, sem necessitarem de mais nada, provocarem doença que pode ser séria".
O tipo de receita médica disponível para a prescrição destes fármacos está confinado às receitas não-renováveis com duração de um mês.