Luís Neves é hoje empossado nas funções de ministro da Administração Interna
Luís Neves foi escolhido pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, para substituir Maria Lúcia Amaral.
Luís Neves foi escolhido pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, para substituir Maria Lúcia Amaral.
Desmantelou a ETA em Portugal, coordenou uma das maiores operações de sempre da PJ e foi defendido pela esquerda em matérias de migração.
Os elogios ao trabalho enquanto diretor da PJ são quase unânimes, mas há críticas e advertências e até silêncios, incluindo dos partidos do Governo.
O partido destacou a valorização dos profissionais das forças de segurança, a garantia de condições de trabalho e o reforço dos meios da Proteção Civil, em particular com a valorização dos bombeiros e carreiras.
Diretor da PJ vai substituir Maria Lúcia Amaral que se demitiu depois da onda de críticas à forma como atuou e geriu a resposta à depressão Kristin.
O país enfrenta uma grave crise energética após o corte do petróleo venezuelano, agravando apagões e queda no turismo.
A mulher de 84 anos é mãe de uma apresentadora de televisão norte-americana e há cerca de dez dias que está desaparecida.
O que começou como uma rivalidade no mundo têxtil terminou numa madrugada de terror em Igreja Nova, segundo o MP: quatro homens encapuzados entraram na casa da família C., agrediram todos os membros e fugiram com dinheiro e ouro após um ataque brutal.
Em junho de 2025, estes suspeitos abordaram na via pública dois rapazes, de 18 e 19 anos, com recurso a uma arma de fogo, e sequestraram um deles.
Na semana passada, foram anunciadas as execuções de outras 11 pessoas acusadas de gerir centros de burla em Myanmar.
Foram detidas 37 pessoas na operação que visava membros de grupos extremistas, a maior parte deles são membros do Grupo 1143.
Defendido pelo advogado de Assange, Nicolás Maduro é julgado por narcotráfico nos Estados Unidos. Conheça os pormenores da acusação.
A moralidade de Trump patrocina execuções sumárias nas ruas americanas e nas águas da Venezuela.
Após os bombardeamentos contra embarcações marítimas nas Caraíbas e no Pacífico.
Na primeira apresentação enquanto representante de Maduro, Pollack questionou a legalidade do sequestro pelas forças norte-americanas e argumentou que o líder venezuelano tem direito à imunidade enquanto chefe de um Estado soberano.
Depois dos ataques na Venezuela e sequestro de Nicolás Maduro, crescem as preocupações relativas às anteriores ameaças do executivo.