Cartão de bingo para 2026
Não sabemos o que nos reserva o bingo geopolítico de 2026. A única certeza é que nos esperam surpresas.
Não sabemos o que nos reserva o bingo geopolítico de 2026. A única certeza é que nos esperam surpresas.
Ato eleitoral terá lugar no Pavilhão João Rocha e voto será presencial.
Em 2026 vamos saber se a Ucrânia vai sobreviver como país íntegro e soberano à agressão russa e à viragem politico-diplomática de Washington, com Trump na Casa Branca. Vamos também saber se os líderes europeus estarão à altura do desafio tremendo que já atravessam e se vão ser capazes de falar verdade ao seus eleitores sobre o que verdadeiramente está em causa: defender a Ucrânia, fazer sacrifícios que não pensávamos ser necessários e projetar uma nova arquitetura de Segurança que não dependa dos EUA. Não será coisa pouca.
A vice-presidente da Venezuela já passou por vários dos Ministérios desde a implementação do chavismo no país.
Este ano de 2025 acabou com a Ordem Internacional Liberal. Parece vir aí uma nova Ordem das Grandes Potências, baseada na Força, já não nas regras. Mas ainda só estamos a iniciar a Transição. Trump fez um primeiro ano de segundo mandato desastroso. Putin agradece e tentará, em 2026, aproveitar o triunfo de ter "conquistado" Washington, apesar de, no terreno, ter falhado a tomada de Kiev. Preparem-se para alguns anos de incerteza, risco e nevoeiro. Nós, europeus, ainda não sabemos lidar com a perda americana
O Presidente "da rua" deixa um cenário político oposto ao que encontrou em Belém em 2016. A ideia de que foi muito interventivo - sobretudo por causa das suas três dissoluções da Assembleia da República - pode ser mais mito do que realidade.
Primeiro-ministro israelita tem sido acusado de não fazer o suficiente para que o plano de paz avance para a segunda fase.
Sanae Takaichi, a primeira mulher a chefiar o governo japonês, é ultraconservadora, workhaolic, cuidadora do marido, toca bateria e é fã de heavy metal. As mulheres reveem-se nela e copiam-na em tudo
Trump reagiu publicamente concordando que tem "uma personalidade possessiva e é vulnerável ao vício".
Frederico Varandas lidera os leões desde 2018.
A ordem mundial está em colapso porque os EUA abdicaram de liderança global baseada no multilateralismo e passaram a preferir o jogo dos Grandes Poderes. A Europa passa a estar num triplo risco externo, entre a ameaça russa, a competição chinesa e a imprevisibilidade de Trump. Nos EUA, o "Plano" para tomar o poder ideológico teve modelo estruturado previamente. Morin, nas 16 lições expostas, em livro bem nos avisa: "O progresso material não é acompanhado por qualquer progresso moral".
Uma das promessas do presidente dos Estados Unidos durante a campanha eleitoral foi precisamente promover a paz. Estará essa intenção em causa?
Em causa está o golpe de estado ocorrido a 26 de novembro de 2025.
Donald Trump acredita que os seus esforços para terminar com vários conflitos no mundo deveriam valer para lhe atribuírem o Prémio Nobel da Paz.
O Presidente da República deu entrada de urgência no Hospital de São João, no Porto.
Presidente da República sofreu uma indisposição quanto regressava do funeral de António Mota. Foi-lhe depois diagnosticada uma hérnia encarcerada.