Governo promete aumentar verba para colégios privados de ensino especial
O ministério vai apresentar "uma proposta intercalar" antes de chegar a um valor final.
O ministério vai apresentar "uma proposta intercalar" antes de chegar a um valor final.
Manifestantes estão desde as 10h concentradas em frente ao Ministério da Educação, em Lisboa, num protesto marcado pelo som de buzinas.
Os aumentos surgem "num contexto que ainda é de alguma recuperação dos efeitos socioeconómicos da pandemia e de incerteza causada pela pressão inflacionista", sublinhou Rodrigo Queiroz e Melo.
Com mais de dois milhões de crianças e jovens inscritos desde o ensino pré-escolar até ao superior no ano letivo passado, dois em cada 10 alunos frequentavam escolas privadas.
Escolas não têm indicações sobre vacinação e os docentes colocados fora da área de residência têm ainda mais dúvidas sobre o local de vacinação. O Ensino Superior sente-se excluído do processo e decidiu manter a greve “que permite o direito de resistência e de salvaguarda da saúde”.
O desconfinamento começa pelas escolas, só não sabe até que idade. Há quem defenda a abertura apenas das creches. Dirigentes escolares defendem que até ao primeiro ciclo seria o ideal.
Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo pediu ao Governo uma clarificação sobre a utilização de testes rápidos à covid-19, considerando que a medida "cria uma discriminação inaceitável" se não incluir o setor.
Talvez o tom o tenha indiciado, diz Filinto Lima. Privados referem que em 15 dias "ninguém pode dar aulas". Mas diretores de escolas públicas e colégios dizem que há professores a trabalharem com os alunos sem darem nova matéria ou marcarem faltas. É um nim às palavras do PM.
Decisão de fechar uma escola ou uma turma em caso de infeções por Covid-19 caberá sempre às autoridades locais de saúde. Escolas públicas garantem que o Governo não vai voltar a fechar escolas. Privadas dizem-se "prontas" para ensino a distância.
Próximo ano letivo começa entre os dias 14 e 17 de setembro.
Presidente da AEEP garante que os constrangimentos do novo modelo de ensino pouco se fizeram sentir e no final do ano letivo os objetivos foram cumpridos.
Algumas instituições oferecem reduções nas mensalidades, mas estas variam muito e as reclamações multiplicam-se. Há quem se queixe de ter sido ameaçado com a perda de vaga - mas também há pais que concordam com os descontos praticados
Desemprego pode ser um argumento jurídico a usar. A redução de salário para 66% já é mais difícil. E layoff não justificará redução do que é cobrado
Exames nacionais devem ser em setembro e só para quem quer aceder ao ensino superior, defende associação dos estabelecimentos de ensino privados
E o que devo fazer com as mensalidades do futebol, da música ou do balé? Cinco respostas de especialistas em direito e defesa do consumidor para as suas dúvidas
Despesas como alimentação devem ficar de fora, mas instituições dizem não ter outro modo de sobreviver.