Ministra do Trabalho remete para concertação social aumento do salário mínimo
Maria do Rosário Palma Ramalho recorda que, sem esse acordo, mantém-se o valor acordado entre as partes e subscrito pelo Governo.
Maria do Rosário Palma Ramalho recorda que, sem esse acordo, mantém-se o valor acordado entre as partes e subscrito pelo Governo.
Quando um Governo assume que reformar é escavacar, vivemos tempos perigosos.
Para o líder do PCP, até o próprio primeiro-ministro “já não conta bem” com os ministros da Educação e da Administração Interna.
Ventura acha que Montenegro não o respeita e sonha com um bipartidarismo entre o PS e... o Chega. Carneiro não quer parecer frágil, mas ensaia um discurso de vítima. Um não gosta de antecipar ansiedades como a discussão orçamental (Carneiro); outro vive delas (Ventura). Fazem contas a eleições em 2029.
Maria do Rosário largou a academia para se estrear na política e, no PSD, espera-se que a filha Inês, focada na na advocacia e com um pé no partido, tenha um papel maior no futuro. António Ramalho, o ex-CEO do Novo Banco, saiu da gestão executiva, mas está em muitos sítios. Breve retrato de uma família na roda do poder.
A tragédia na Venezuela faz pensar no nível de preparação em Portugal, onde se registaram sismos recentemente
Durante semanas, a esquerda portuguesa acreditou que o Chega seria o parceiro da AD para “atraiçoar” os trabalhadores, aprovando a reforma laboral.
Partido considera inconstitucional que pessoas com elevada incapacidade por doença tenham de prestar trabalho social.
A história recente demonstra que a relação do líder do Chega com a verdade e com a reserva negocial é, digamos, criativa.
Durante semanas, a esquerda portuguesa acreditou que o Chega seria o parceiro da AD para “atraiçoar” os trabalhadores, aprovando a reforma laboral.
Foi estranho ver um Governo minoritário empenhar capital político numa reforma superficial, que bateria sempre de frente contra uma maioria iliberal.
"Perante uma reforma que falhe por causa da esquerda e do Chega, a IL irá apresentar medidas que melhorem a vida dos portugueses", disse deputado liberal.
"O que vimos ontem [sexta-feira] foi triste e destaco que o único grande partido ao centro é o PSD, todos os outros estão à esquerda e inclusive o Chega que se juntou a toda a esquerda e à extrema-esquerda contra o país avançar", frisou o autarca de Lisboa
Mariana Leitão disse que o Chega apresenta-se como "força de rutura, mas votou com toda a esquerda quando chegou o momento de decidir".
André Ventura fez uma declaração na sede do Chega sem oportunidade para os jornalistas colocarem perguntas.
Rosário Palma Ramalho considerou que se perdeu "uma oportunidade histórica" para Portugal.