A colmeia de Gloria Steinem
As conquistas que Steinem e a sua geração obtiveram nas décadas de 60 e 70 só chegaram a Portugal, com atraso, depois de 1974, e muitas delas por importação direta.
As conquistas que Steinem e a sua geração obtiveram nas décadas de 60 e 70 só chegaram a Portugal, com atraso, depois de 1974, e muitas delas por importação direta.
Uma medida – e uma omissão – no estudo que Montenegro engavetou dá uma oportunidade para notar o triste desempenho dos fundos de pensões privados
Para André Ventura, «o problema em Portugal é de finanças públicas e não um problema da sustentabilidade da Segurança Social».
Secretário-geral do PCP garante que a luta dos trabalhadores será grande, tal como aconteceu com a reforma laboral.
Líder do Chega afirmou na rentrée do partido que o estudo divulgado na terça-feira foi pedido porque defendeu a descida da idade da reforma.
Maria do Rosário Palma Ramalho recorda que, sem esse acordo, mantém-se o valor acordado entre as partes e subscrito pelo Governo.
Quando um Governo assume que reformar é escavacar, vivemos tempos perigosos.
Para o líder do PCP, até o próprio primeiro-ministro “já não conta bem” com os ministros da Educação e da Administração Interna.
Ventura acha que Montenegro não o respeita e sonha com um bipartidarismo entre o PS e... o Chega. Carneiro não quer parecer frágil, mas ensaia um discurso de vítima. Um não gosta de antecipar ansiedades como a discussão orçamental (Carneiro); outro vive delas (Ventura). Fazem contas a eleições em 2029.
Maria do Rosário largou a academia para se estrear na política e, no PSD, espera-se que a filha Inês, focada na na advocacia e com um pé no partido, tenha um papel maior no futuro. António Ramalho, o ex-CEO do Novo Banco, saiu da gestão executiva, mas está em muitos sítios. Breve retrato de uma família na roda do poder.
A tragédia na Venezuela faz pensar no nível de preparação em Portugal, onde se registaram sismos recentemente
Durante semanas, a esquerda portuguesa acreditou que o Chega seria o parceiro da AD para “atraiçoar” os trabalhadores, aprovando a reforma laboral.
Partido considera inconstitucional que pessoas com elevada incapacidade por doença tenham de prestar trabalho social.
A história recente demonstra que a relação do líder do Chega com a verdade e com a reserva negocial é, digamos, criativa.
Durante semanas, a esquerda portuguesa acreditou que o Chega seria o parceiro da AD para “atraiçoar” os trabalhadores, aprovando a reforma laboral.
Foi estranho ver um Governo minoritário empenhar capital político numa reforma superficial, que bateria sempre de frente contra uma maioria iliberal.