William Shakespeare, pai – e o sentido das coisas
A propósito do filme Hamnet. Estamos cada vez mais rápidos a ir de um lado para o outro, de um texto para outro, de uma imagem para outra, mas cada vez mais pobres de destino.
A propósito do filme Hamnet. Estamos cada vez mais rápidos a ir de um lado para o outro, de um texto para outro, de uma imagem para outra, mas cada vez mais pobres de destino.
Entre o melhor que vimos nos palcos nacionais em 2025, encontrámos muita coisa: histórias de abusos infantis, reflexões existenciais sobre a vida e abordagens à família e ao espaço doméstico.
O escritor catalão, autor de A Catedral do Mar – que fez dele um dos escritores espanhóis mais vendidos no mundo – fecha esta trilogia com o seu último livro, No Amor e na Guerra.
Os dias curtos criam uma melancolia que permite parar e pensar no que pode mudar. “Aceitar a tristeza é um ato de coragem e não uma fraqueza”, garante a psicóloga Gina Tomé.
Houve quem tivesse lutado em praças africanas, enriquecido com o açúcar e influenciado cortes orientais. As que ficaram contribuíram para a sobrevivência de Portugal.
Entre os presentes, também ex-companheiros de equipa e o atual plantel do Porto.
O juiz justificou essa decisão com o argumento de que havia indícios de crimes de "coação, obstrução" da Justiça e "atentado à soberania nacional", segundo o relatório da Polícia Federal.
A aceitação do princípio de «guerra preventiva» e a violação impune, à semelhança do que ocorre na Ucrânia, da interdição de ataque a instalações nucleares civis, é, desde já, uma das mais perigosas consequências da guerra.
Os dois avançados estiveram entre os jogadores do FC Porto que infringiram o regulamento interno do clube em relação à hora de recolhimento obrigatório.
A opinião de João Pereira Coutinho em podcast.
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A “história” é simples e nem sequer é muito criativa, mas a nuvem de detalhes à sua volta dá-lhe força, obriga à interpretação e dá aos participantes um lugar simbólico em que todos se poderiam rever.
Não admira que, nauseado com o mundo, Marcelo queira dedicar-se ao recolhimento e ao silêncio depois de 2026, prometendo “nunca mais falar de política”. Excepto, claro, às segundas, quartas e sextas. E, se lhe pedirem muito, às terças, quintas e sábados. (E aos domingos, mas só de manhã).
Esta eleição opõe, pela primeira vez, um nativista e uma progressista. Duas visões iliberais da sociedade norte-americana, duas mundivisões iliberais.
Há quem tudo isto use abundantemente e, simultaneamente, se promova, qual cereja no topo do bolo, como o "único" capaz de introduzir ética na política. Isto mesmo quando tudo o atrás é, porventura, o que mais obstaculiza a percepção da associação entre ética e (decisão) política pelas pessoas.