Parlamento aprova restrições ao uso livre das redes sociais a menores de 16 anos
O parlamento debateu esta quinta-feira um projeto de lei do PSD que pretende regular o acesso às redes sociais a menores de 16 anos.
O parlamento debateu esta quinta-feira um projeto de lei do PSD que pretende regular o acesso às redes sociais a menores de 16 anos.
Presidente de Câmara do Entroncamento, eleito pelo Chega, contratou deputado municipal em Loures. Em Almada, vereador contratou autarca de Lisboa. A isto junta-se por todo o País casos de contratação de filhas, irmãs, primas e namoradas.
Ventura não ganhará. E talvez fosse desejável que fizesse um percurso semelhante ao de Paulo Portas: não para se diluir numa voz indistinta, mas para, defendendo uma visão mais populista da sociedade, abandonar a verve de ameaça direta à democracia que hoje o define.
Gabinetes trancados, contratação de boys e nomeação da namorada de Bruno Mascarenhas levaram Ana Simões Silva a bater com a porta e tornar-se vereadora independente na câmara de Lisboa
“Não faz sentido aprovar isoladamente esta iniciativa”, quando há um processo de “diálogo” com os sindicatos e associações patronais, diz deputada do PSD. Todos os outros partidos se mostram a favor da iniciativa que alarga a licença parental a seis meses e a 100%, sem partilha.
Num jantar-comício em Montemor-o-Velho, distrito de Coimbra.
As sondagens apontam para uma espécie de montanha-russa de preferências eleitorais. No espaço de poucos meses, aquilo que parecia um fait accompli para Gouveia e Melo e, depois, para Marques Mendes, tornou-se um penoso martírio para ambos.
Buscas estão relacionadas com "viagens e ajudas de custo".
As eleições presidenciais têm sido dominadas pelo fim das “averiguações” do caso Spinumviva e pelas acusações e respostas de Marques Mendes sobre o seu papel como “facilitador”. Este é o problema que poderia ter tido também, nos mesmos exactos termos, se António Vitorino concorresse.
A votação foi adiada pela terceira vez. Desta vez a pedido do PSD.
Joana Mortágua realçou que o facto de a coligação "Viver Lisboa", cuja cabeça de lista é Alexandra Leitão, estar "à beira de tirar a Câmara Municipal a Carlos Moedas" é um acontecimento "histórico".
Cada um puxou a brasa à sua sardinha no primeiro debate pela capital. Neste caso, a sardinha de Moedas é... Moedas, que diz ter feito mandato “absolutamente único”. E foi a vítima comum dos restantes candidatos.
Joana Baptista (que está na lista de Moedas em Lisboa) foi a um evento nos EUA e levou Rui Rei, presidente de uma empresa municipal, seu namorado.
Depois de uma década a sabotar o seu processo, Sócrates foi à cidade errada queixar-se da sabotagem do seu processo.
Numa altura em que o escrutínio ainda não está terminado, o líder do Chega indicou também que o partido foi o mais votado nos círculos da Europa e Fora da Europa.