Incêndio em fábrica automóvel na Coreia do Sul faz pelo menos 11 mortos
Três pessoas estão desaparecidas.
Três pessoas estão desaparecidas.
Yoon foi condenado em primeira instância à prisão depois do tribunal ter considerado que os seus atos constituíram insurreição ao mobilizar tropas no Parlamento nacional e mergulhar o país na sua pior crise em décadas.
Foi considerado culpado de liderar uma insurreição e impor ilegalmente a lei marcial.
A Coreia do Sul negou qualquer envolvimento do Governo ou do exército no sobrevoo do território norte-coreano, mas sugeriu que civis poderiam ter conduzido a operação.
Devido à imposição da lei marcial em dezembro de 2024.
Depois de uma reunião centrada no reforço da cooperação política e económica, a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, e o presidente sul-coreano, Lee Jae Myung, protagonizaram uma ‘jam session’ de bateria com temas de K-pop.
O Ministério Público terá prejudicado os interesses militares do país ao ordenar o envio de 'drones' para a Coreia do Norte.
Lançamento faz parte de uma intensificação de testes por parte de Pyongyang, enquanto não há luz verde para negociações com os EUA e a Coreia do Sul.
As detenções ocorreram em 04 de setembro, quando agentes da imigração realizaram uma rusga numa fábrica de baterias operada conjuntamente pela Hyundai e LG, detendo cerca de 475 trabalhadores.
Os altifalantes, que eram utilizados para transmitir mensagens de propaganda contra o regime de Kim Jong-un e músicas de K-pop, estavam desativados desde junho.
Lee Jae-myung abandonou a escola para ajudar a família a trabalhar numa fábrica. Com um curso em Direito, entrou para a vida política em 2005. No ano passado foi surpreendido por um apoiante que o esfaqueou.
Em causa estão suspeitas de ter facilitado a contratação do genro numa companhia aérea.
A Coreia do Sul terá agora de convocar eleições presidenciais antecipadas no prazo de 60 dias.
Em causa está a declaração da lei marcial, de 3 de dezembro, que terá desencadeado uma rebelião.
Yoon Suk-yeol disse que concordou submeter-se ao interrogatório para evitar "derramamento de sangue".
A crise da liderança em Seoul piorou depois do parlamento ter votado para destituir o presidente interino, estando menos de duas semanas no cargo.