Do ataque à soberania aos gastos em armamento assim veem os partidos o orçamento da UE
Negociações entram agora numa fase decisiva.
Negociações entram agora numa fase decisiva.
Foi analisado no NOW, por Rita Tavares, Fernanda de Almeida Pinheiro e Alexandre Malhado, o debate parlamentar após a apresentação da proposta de Orçamento do Estado.
Numa publicação na rede social X, Telavive tece críticas à decisão de atribuir o Nobel da Paz a Navi Pillay, dizendo que foi "politcamente motivada". A vencedora foi líder da comissão da ONU que acusou Israel de genocídio na Faixa de Gaza.
A sequela de "A Rede Social" leva Aaron Sorkin a voltar ao Facebook e ao seu fundador, Zuckerberg, num thriller político e jornalístico com falhas mas recomendável. E com um brilhante Jeremy Strong.
Questão em torno dos dotes de dança surgiu no debate quinzenal, a propósito do teor da proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2027.
Jurista sul-africana, de origem indiana, foi Alta Comissária das Nações Unidas para Direitos Humanos.
Alegações de infiltração política nos protestos, dificuldades de diálogo e confrontos com a polícia marcam a mobilização estudantil. José Filipe Pinto analisa como o pacifismo dá lugar à violência.
Fazer esse tipo de ação, seja por empresas ou o próprio candidato, é proibido pela Justiça Eleitoral do país.
Um país envelhecido, mais preocupado em manter o que tem do que em ter o que lhe falta, deixa-se ir na inércia.
Vice-presidente dos Conservadores e Reformistas Europeus indicou que decidiu iniciar este processo depois de, na semana passada, o governo francês ter indicado que recebeu informações dos serviços secretos de que o partido França Insubmissa, que pertence à Aliança de Esquerda Europeia, estaria por detrás do movimento de contestação estudantil.
Hoje assinalam-se três anos desde o colapso do status quo no Médio Oriente. O ataque do Hamas revelou a arrogância da inteligência israelita, mas a resposta letal e isolada de Telavive expôs uma falência ainda maior: a da vontade política da comunidade internacional.
Mulher do Tennessee tinha sido condenada à pena de morte, mas acabou por sobreviver a duas injeções letais. Foi transferida para um hospital, onde está agora a recuperar.
O falhanço russo na Ucrânia é tão óbvio que é preciso tirar o chapéu à capacidade de Putin pôr tanta gente na Europa a acreditar no contrário. Tudo se decidirá na Ucrânia e ainda não estamos a perceber isso verdadeiramente. Já Trump tem tido um segundo mandato num triplo fracasso: desastre política, disparate económico, erro moral.
Se alguma originalidade coube à Europa, não foi a escravatura; foi a singular ideia de transformar a sua abolição num movimento político e, depois, numa política de Estado. Muitas vezes contra a resistência indignada dos governantes e comerciantes africanos que lucravam com o tráfico.
Temos andado entretidos com outros assuntos, mas o contexto financeiro lá fora está a mudar muito depressa - e para pior. Os franceses, e não só, que o digam.
A possibilidade real de a alemã Alice Weidel e de a francesa Le Pen chegarem ao poder, juntando-se à italiana Giorgia Meloni, perspetiva um triunvirato feminino da linha dura.