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"O Veredicto Social": o monstro Facebook e um Óscar na mira

A sequela de "A Rede Social" leva Aaron Sorkin a voltar ao Facebook e ao seu fundador, Zuckerberg, num thriller político e jornalístico com falhas mas recomendável. E com um brilhante Jeremy Strong.

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Com um grande desempenho, Jeremy Strong candidata-se neste filme à corrida ao Óscar de Melhor Ator Secundário na próxima edição dos prémios
Com um grande desempenho, Jeremy Strong candidata-se neste filme à corrida ao Óscar de Melhor Ator Secundário na próxima edição dos prémios Leah Gallo/Sony Pictures

Poderemos começar assim: Aaron Sorkin, o realizador deste O Veredicto Social, é um homem de palavra. De palavras, diríamos: foi como argumentista e dramaturgo que primeiro ganhou reconhecimento tanto no cinema como na televisão. Séries como Os Homens do Presidente ou peças como Uma Questão de Honra – adaptada ao cinema em 1992, com Jack Nicholson, Tom Cruise e argumento de Sorkin – deram-lhe o reconhecimento imediato e apresentaram ao público a marca de água que estaria presente em todas as suas obras: o célebre “walk and talk”, um tipo de diálogo cortante, espirituoso, veloz e quase sobreposto que os atores das produções de Sorkin sempre se esforçaram por reproduzir.

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