Sábado – Pense por si

Teoria do Caos EP8 audio.mp3

A xenofobia em Portugal - o caso da comunidade brasileira

Ana Paula Costa, presidente da Casa do Brasil de Lisboa (CBL) desde 2025, ajuda-nos a refletir sobre o aumento dos discursos e políticas anti-imigração em Portugal. Cientista política, investigadora na NOVA de Lisboa e ativista luso-brasileira, iAna Paula Costa tem-se destacado no debate público em Portugal como especialista em políticas públicas e direitos humanos ligados à imigração.

O sono da razão

Mais do mesmo

O padrão é o mesmo: em Portugal legisla-se mal, sem planear políticas públicas, sem identificar com rigor os problemas, sem fundamentar as propostas de solução, sem medir os impactos do que foi feito.

O Canto das Políticas

Em “busca” da ética partidária

Os partidos políticos não são associações privadas vulgares. Têm natureza, função e fins constitucionais, pois, selecionam candidatos, formam elites dirigentes, integram governos, compõem parlamentos, autarquias, empresas públicas, gabinetes, procedem a nomeações de cargos políticos e altos cargos públicos e definem ou influenciam políticas públicas.

Já nem o drama lhe vale

Trump tenta ir de drama em drama para disfarçar a sua total e manifesta incapacidade de desenvolver políticas públicas estruturadas. Sem soluções para a inflação que ele próprio criou pela aventura irresponsável no Irão, o Presidente dos EUA afunda-se num segundo mandato errático, incompetente e impopular. Nada que não se adivinhasse. Só não viu quem não quis ver. Onde andavam no primeiro mandato?

Por nossas mãos

Regionalizar para quê?

É preciso dar confiança aos cidadãos de que a criação das regiões administrativas não serve para criar mais lugares para os políticos, mas para verdadeiramente melhorar as suas vidas, através de políticas públicas mais eficientes e que respondam mais rapidamente às necessidades que sentem em cada local. Há 10 anos, ninguém acreditava que uma tão vasta descentralização de competências para os municípios poderia funcionar.

Redesenhar o mundo para metade da humanidade

O mundo foi, durante décadas, desenhado com um padrão implícito: o corpo masculino. Esse facto — tantas vezes invisível — continua a influenciar a ciência, a tecnologia, o design de produtos e até algumas políticas públicas.

No país emerso

A transição que nos convém

Um preço alto nos combustíveis seria, na teoria económica e climática, exatamente o sinal para acelerar a mudança de políticas públicas de energia e mobilidade. Em vez disso, tornamos uma vez mais a subsidiá-los, como se não existisse alternativa viável.

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