Mau tempo: Douro regista subida considerável e espera-se um dia difícil
O município do Porto terá ativo até às 23h59 de domingo o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, após o Governo ter colocado 48 concelhos em situação de contingência.
O município do Porto terá ativo até às 23h59 de domingo o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, após o Governo ter colocado 48 concelhos em situação de contingência.
Quase duas semanas após a tempestade, e apesar dos esforços já desenvolvidos, Tiago Carrão admitiu que "o processo de recuperação ainda está longe de concluído".
Proteção Civil reiterou o apelo para a população permanecer em casa e optar pelo teletrabalho. O plano municipal de emergência está ativado até dia 08.
Município do Porto terá ativo até às 23:59 de domingo o Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil (PMEPC).
O concelho foi atingido pela depressão Marta e a ativação deste plano tem como objetivo assegurar uma resposta coordenada,
Onze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A proposta será debatida no plenário de sexta-feira da Assembleia da República, a par de outras iniciativas partidárias.
O Município da Marinha Grande acionou o Plano Municipal de Emergência na sequência da passagem da depressão Kristin.
Depressão Kristin atingiu Castelo Branco e cerca das 5h30 as rajadas de vento forte fizeram-se sentir, situação que se manteve por mais de uma hora.
"Os meios aéreos encontram-se a trabalhar a bom ritmo e as equipas mantêm-se no terreno para consolidar o rescaldo, prevenir reacendimentos e garantir a segurança das pessoas e bens", refere a autarquia.
"Para já, em princípio, as coisas [fogo] estão controladas. Há algumas preocupações, sobretudo na localidade de Violeiro [São Vicente da Beira]. Vamos ver", disse à agência Lusa o presidente da Câmara de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues.
Populações afectadas pelo incêndio podem recorrer a este apoio. O fogo entrou em Castelo Branco a partir do concelho do Fundão, tendo origem em Arganil, no distrito de Coimbra, onde deflagrou no dia 13, pelas 5h, tendo-se estendido aos distritos de Coimbra, Guarda e Covilhã.
O vento forte e a orografia do terreno, com encostas de pendente acentuada e vales encaixados, aliado ao muito fumo, têm dificultado, segundo autarcas locais, o combate ao incêndio.
Incêndio começou pelas 5h da manhã de quarta-feira.
O incêndio provocou seis feridos ligeiros, três dos quais são bombeiros, e 11 pessoas tiveram de ser assistidas no local devido à inalação de fumo.
As chamas estavam a avançar em direção a aldeias, colocando em risco algumas casas, nomeadamente no lugar do Gilde, revelou o autarca de Castelo de Paiva.