Sábado – Pense por si

Liliana Gouveia foi diagnosticada com 5 anos. As suas crises acontecem sempre à noite
Lucília Galha

Liliana vive há 33 anos com epilepsia, sem qualquer limitação

Trabalha na área em que se formou, tem uma filha e vai ao ginásio. Não tem uma convulsão há mais de uma década e as crises estão controladas. O único senão são os efeitos secundários da medicação. Apesar de ter uma vida normal, considera que a maioria das pessoas não sabe lidar com a doença - e sente o estigma. Esta segunda-feira, 9 de fevereiro, assinala-se o Dia Internacional da Epilepsia.

Rita Rato Nunes

Seguro. A campanha 2.0 com os jovens na mira

O vencedor da primeira volta das Presidenciais não perdeu tempo - foi para a rua um dia depois da noite eleitoral. Quer unir os democratas (e para isso mantém a distância do PS)

Da esqª. para a dt.ª: O fundador, Fernando Jorge Correia, com o DJ, nos anos 70; Jô Soares a dar show, em 1982 (em cima); Lucas Pires com o dono; e vista da pista, em 1984 (em baixo)
Raquel Lito

Primorosa D’ Alvalade: diferentes gerações, a mesma pista de dança

As grutas artificiais ainda atraem clientela e até servem de décor para filmes. O nome inspirou-se numa leitaria para escapar aos revolucionários do pós-25 de Abril. Por vontade do fundador, a noite continua a fechar com o My Way, de Frank Sinatra. No último sábado, 27, comemorou o seu 51º aniversário. Veja o vídeo.

Demência: como travar a explosão
Lucília Galha

Demência: Descubra como travar esta nova pandemia

As projeções não são animadoras: até 2050 prevê-se que o número de demências triplique. Porém, nem tudo são más notícias: é possível mudar de rumo e prevenir quase metade dos casos. Pela primeira vez, em 15 anos, há medicamentos que abrandam a progressão da doença. Mas, a maior parte do trabalho está ao alcance de cada um. Não é preciso nada elaborado, basta estimular o cérebro. Sabia que conversar com os seus amigos cria mais neurónios do que fazer sudokus?

Cansaço: uma epidemia moderna afeta um quarto dos adultos
Lucília Galha

Como travar a epidemia do cansaço

A fadiga não é um sintoma que possa ser desprezado, nem é para aguentar - tem de procurar a causa. É possível recuperar a energia sem grandes mudanças. Como? Desligar as notificações do telemóvel, evitar o açúcar (vai sentir-se ainda pior), arranjar um propósito de vida ou até andar descalço na natureza.

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